
sábado, 30 de julho de 2011
Amor e Crença

quarta-feira, 27 de julho de 2011
Morre John Stott aos 90 anos
Esse 27 de julho amanheceu mais triste e mais cinza. Às 3h15 da manhã, em Londres, faleceu John Stott, aos 90 anos de idade, completados no dia 27 de abril deste ano. Segundo Benjamin Homan, presidente da John Stott Ministries, a sua morte foi em decorrência das complicações de saúde relacionadas à idade avançada, que trazia muitos desconfortos para ele nas últimas semanas. Stott era considerado um dos mais importantes e respeitados teólogos contemporâneos, além de líder destacado da igreja evangélica mundial.
Stott pastoreou a Igreja All Souls, em Londres, durante décadas. Sua posse nessa igreja se deu em 1950. Também serviu por anos a família real inglesa como capelão.
Estudou na Trinity College Cambridge, onde se formou em primeiro lugar da classe, tanto em francês como em teologia. É doutor honorário em várias universidades na Inglaterra, Estados Unidos e Canadá.
Autor de muitos livros, escritos sempre com profundidade, simplicidade, sólida fundamentação bíblica e em diálogo com a cultura contemporânea. Dentre eles destacam-se alguns títulos: “Crer também é pensar”, “Porque sou cristão”, “A cruz de Cristo”, “Eu creio na pregação”, “Cristianismo Equilibrado”, “Entenda a Bíblia”. “Ouça o Espírito, ouça o mundo”, “O discípulo radical”, que é a sua última obra, lançada no Brasil em 2010, pela Editora Ultimato.
Seu livro mais conhecido, “Cristianismo básico”, vendeu mais de 2 milhões de cópias e já foi traduzido para mais de 60 línguas.
Como Billy Graham foi um dos destacados líderes do Congresso Internancional de Evangelização Mundial, conhecido como Lausanne, na Suíça, em julho de 1974. Ele foi o líder da comissão que redigiu finalmente o conhecido Pacto de Lausanne, mais importante documento da fé evangélica mundial da segunda metade do século XX.
Celibatário consciente, Stott nunca se casou nem teve filhos. Viveu os últimos dias acamado numa casa de repouso nos arredores de Londres, onde recebia o carinho, as visitas e as orações de pessoas próximas.
Deus seja louvado pela vida preciosa deste ser humano especial, discípulo radical de Cristo e exemplo de fé e ação evangélica para o mundo hoje. Vida que agora é recolhida nos braços eternos do Senhor, até o aguardado dia da ressurreição.
Texto escrito por Clemir Fernandes e Carlinhos Veiga.
Quarenta livros que fizeram a cabeça dos evangélicos brasileiros nos últimos quarenta anos

1. “Mananciais no Deserto” -- Lettie Cowman [Betânia]
Não há outro livro mais amado pelos evangélicos brasileiros. Este campeão de vendagem é um livro de leituras devocionais diárias que conquistou nosso país. O livro é, de fato, bom, mas desconfio que a tradução deu uma mãozinha.
2. “Uma Igreja com Propósitos” -- Rick Warren [Vida]
O maior “best-seller” evangélico de todos os tempos é uma catástrofe literária. É ainda difícil calcular o dano que esta obra equivocada causou e ainda irá causar, com sua filosofia de ministério inteiramente vendida ao “Zeitgeist”, propondo a homogeneização das igrejas e um pragmatismo de dar medo.
3. “A Quarta Dimensão” -- David Paul Yonggi Cho [Vida]
Este livro fez mais pelo movimento pentecostal no Brasil do que qualquer televangelista. O testemunho bem escrito do pastor coreano que vive cercado de milagres causou “frisson” até mesmo nos grupos mais conservadores. Seu modo de ver a vida com Deus e o ministério marcaram as últimas décadas.
4. “A Agonia do Grande Planeta Terra” -- Hall Lindsay [Mundo Cristão]
Calcado no pré-milenismo dispensacionalista de Scofield, este “best-seller” apocalíptico empolgou os profetas do fim do mundo no Brasil, com sua interpretação literalista imprudente e seu patriotismo norte-americano acrítico. Lindsay foi o arauto de três décadas das mais absurdas especulações escatológicas em nossas igrejas.
5. “O Ato Conjugal” -- Tim e Beverly La Haye [Betânia]
Sexo é um assunto importante, e o povo ansiava por uma orientação em face da revolução sexual dos anos 60. Daí o sucesso de um livro bem escrito como este, didático e conservador, ao gosto da moral evangélica, mas sem ser inteiramente obtuso. Mesmo assim, muitos o chamaram de pornográfico. Nada mais injusto.
6. “Este Mundo Tenebroso” -- Frank Peretti [Vida]
A ficção convence mais rápido. Revoluções acontecem inspiradas por romances, e não por tratados filosóficos. Peretti, com seu horror cristão, nos ensinou o significado da batalha espiritual nos anos 80, reencantou o submundo evangélico, inspirou pregadores e, o que não é nada ruim, motivou muitos adolescentes a ler obras de ficção bem melhores.
7. “A Morte da Razão” -- Francis Schaeffer [ABU]
A intelectualidade evangélica adotou este livro como alicerce nos anos 70, para enfrentar o existencialismo, o movimento “hippie”, o marxismo e a contracultura em geral. O livro convencia que o cristianismo não era incompatível com o estudo e a reflexão. É um pena que Schaeffer estivesse tão equivocado em suas idéias centrais.
8. “Celebração da Disciplina” -- Richard J. Foster [Vida]
Este clássico da espiritualidade cristã, escrito por um quacre, fez um tremendo sucesso no Brasil a partir dos anos 80. É excelente, mas será que todos que o compraram de fato o leram? Gostaria de perceber uma maior influência das idéias de Foster em nosso povo, mais oração, silêncio, calma, estudo, empenho, enfim, disciplina espiritual.
9. “De Dentro para Fora” -- Larry Crabb [Betânia]
Os livros devocionais evangélicos de viés psicológico ou de auto-ajuda são os títulos que mais vendem. Dentre eles, alguns se destacam não só por serem campeões de vendagem, mas porque são os melhores do gênero. Crabb é o melhor autor do gênero e este é seu melhor livro, que impactou o nosso povo nos anos 90.
10. “Louvor que Liberta” -- Merlin R. Carothers [Betânia]
Este pequeno e poderoso manifesto em forma de testemunho revolucionou, nos anos 70, o louvor e a adoração no Brasil. O bom capelão ensinou a todos nós a espiritualidade da adoração, o poder do louvor, impulsionando as guerras litúrgicas que marcariam a vida de nossas comunidades a partir de então.
11. “Vivendo sem Máscaras” -- Charles Swindoll [Betânia]
Outro “best-seller” devocional dos anos 90, de viés psicológico e de auto-ajuda, com o vigor característico das obras de Swindoll, escritas a partir de suas pregações. Muitos se sentiram não apenas edificados, mas tocados e transformados.
12. “A Cruz e o Punhal” -- David Wilkerson [Betânia]
Outro opúsculo dos anos 70 que, na forma de um testemunho pessoal, inspirou os jovens evangélicos a uma fé mais comprometida. Curiosamente, não levou as igrejas a um investimento em missões urbanas, idéia que permeia todo o livro. Talvez o Brasil evangélico dos anos 70 não estivesse pronto para missões urbanas.
13. “Crer é Também Pensar” -- John Stott [ABU]
Stott é um ícone no Brasil, um nome respeitado pela sua erudição e sua notável produção literária, apesar de estar invariavelmente sob suspeita de heresia pelos mais neuróticos. O fato é que a qualidade de seus livros varia. Seu excelente “Ouça o Espírito, Ouça o Mundo” merece mais atenção. Já o opúsculo selecionado, tão conhecido desde os anos 70, não tem muito a dizer além do título.
14. “O Senhor do Impossível” -- Lloyd John Ogilvie [Vida]
Outro devocional que emplacou no Brasil nos anos 80, não sem méritos. É o maior sucesso do autor, ainda que inferior a “Quando Deus Pensou em Você”, que o antecedeu. O livro estimula a fé e nos faz mais esperançosos, apesar da teologia rasa.
15. “A Família do Cristão” -- Larry Christenson [Betânia]
Antes de Dobson e tantos outros, Christenson já era “best-seller” nos anos 70. Pioneiro entre os que se pretendem auxiliares da vida familiar cristã, ele foi estudado nos lares por grupos e células, em escolas dominicais etc. Sua eficácia é comprovada.
16. “O Jesus que Eu Nunca Conheci” -- Philip Yancey [Vida]
Os anos 90 assistiram ao aparecimento de um dos mais argutos e estimulantes autores evangélicos de todos os tempos: o audaz Yancey, que começou a apontar para o paradigma emergente em livros como “Alma Sobrevivente”, “Descobrindo Deus nos Lugares mais Inesperados”, “Maravilhosa Graça”, “Rumores de Outro Mundo”, “Decepcionado com Deus” e tantos outros livros excelentes. E o mais conhecido e lido parece ser mesmo “O Jesus que Eu Nunca Conheci”.
17. “O Discípulo” -- Juan Carlos Ortiz [Betânia]
Poucos livros foram tão impactantes nos anos 70 quanto esta obra que, excepcionalmente, não vinha do mundo anglo-saxão, mas da Argentina. Por isso mesmo, Ortiz tinha uma outra linguagem, um discurso que convencia os jovens brasileiros da seriedade e do valor de se tornar mais do que um mero freqüentador de igrejas, um genuíno discípulo de Cristo.
18. “Bom Dia, Espírito Santo” -- Benny Hinn [Bompastor]
O neopentecostalismo brasileiro é, em grande parte, de inspiração norte-americana. Talvez o nome mais importante nesse processo seja o do “showman” evangélico Benny Hinn, que desde os anos 90 assombra os norte-americanos pela televisão com seus feitos espetaculares. Mesmo quem não o leu conhece sua influência no Brasil.
19. “O Refúgio Secreto” -- Corrie Ten Boom [Betânia]
O testemunho desta nobre senhora holandesa encantou também o Brasil, onde seu livro foi um grande sucesso nos anos 70. Suas aventuras durante a Segunda Guerra Mundial, sob o pano de fundo de sua educação em um lar cristão, são comoventes e inspiradoras.
20. “A Autoridade do Crente” -- Kenneth Hagin [Infinita]
Hagin foi um divisor de águas no mundo evangélico, pois desde sua influência os crentes “tomam posse”, “determinam”, “amarram” e “exigem”. Uma nova forma de falar se fez presente, o que gerou muitas novas piadas também.
21. “Entendes o que Lês?” -- Fee e Stuart [Vida Nova]
Que bom que um livro sério como este foi tão lido e estudado no Brasil. Trata-se de um compêndio de hermenêutica bíblica sem complicações, em linguagem acessível, adotado por quase todos os seminários e estudado até mesmo nas EBD’s e pequenos grupos. Este livro fez muito pela educação bíblica dos evangélicos brasileiros.
22. “Culpa e Graça” -- Paul Tournier [ABU]
Não há, com raras exceções, psicólogo cristão que não considere este livro um fundamento e um marco do pensamento cristão. Mas ele não se limita a isso, tendo tido considerável influência na teologia evangélica brasileira nos anos 90, preparando nosso povo para o paradigma emergente do século 21.
23. “Novos Líderes para Uma Nova Realidade” -- Caio Fábio D’Araújo Filho [Vinde]
Este opúsculo foi, se não o mais lido, certamente o mais importante dos numerosos livrinhos do pastor Caio Fábio, fenômeno de popularidade no Brasil nos anos 80 e 90, pastor midiático, influente, contundente, imitado, adorado e odiado. Caio nos ensinou a ver as coisas de outro jeito, e seu legado não vai desaparecer.
24. “Vida Cristã Normal” (ou “Equilibrada”, na reedição) -- Watchman Nee [Editora dos Clássicos]
O controverso evangelista e autor chinês Nee teve muita influência nos anos 70 e 80, com sua visão mística do que significa ser um cristão evangélico conservador. Este livro foi seu maior sucesso, um comentário de Romanos, ainda que seu livro mais objetivo e claro seja “A Liberação do Espírito”.
25. “É Proibido” -- Ricardo Gondim [Mundo Cristão]
Gondim é um dos melhores e mais polêmicos autores evangélicos contemporâneos. Seus livros, como Eu Creio, Mas Tenho Dúvidas, O que os Evangélicos (Não) Falam, Orgulho de Ser Evangélico, são sempre interessantes. Nenhum, porém, foi tão influente e marcante como “É Proibido”, um verdadeiro libelo anti-legalista.
26. “Conselheiro Capaz” -- Jay Adams [Fiel]
Adams era uma pessoa muito simpática. Sua escola de aconselhamento cristão é muito antipática. Diferentemente de Crabb, por exemplo, problemas emocionais têm origem fisiológica ou pecaminosa. Por isso, é preciso confrontar as pessoas e insistir na mudança do seu comportamento. Foi um sucesso nos anos 80. Haja behaviorismo!
27. “Quebrando Paradigmas” -- Ed René Kivitz [Abba Press]
Este livro foi decisivo para que os evangélicos brasileiros começassem a enxergar a outra margem do rio, a margem pós-evangélica do paradigma emergente. Kivitz é um autor surpreendente e notável, de mente dinâmica e arejada, que propõe importantes rupturas e renovações, como em seu outro livro “Outra Espiritualidade”.
28. “O Amor Tem Que Ser Firme” -- James Dobson [Mundo Cristão]
O conhecido “Dr. Dobson” é pensador e autor de grandes qualidades e grandes defeitos. Seus livros, como “Educando Crianças Geniosas”, ajudam famílias e promovem uma espécie de teologia aplicada que merece atenção. Há, porém, muito que não se deveria levar a sério, já que vai contra o que há de mais consagrado na psicologia moderna.
29. “Supercrentes” -- Paulo Romeiro [Mundo Cristão]
O autor de “A Crise Evangélica” tem talento e tem algo a dizer. Seus textos, especialmente o famosos “Supercrentes”, têm apontado para os exageros e enganos de muitas posturas comuns no meio evangélico contemporâneo.
30. “Cristianismo e Política” -- Robinson Cavalcanti [Ultimato]
Trata-se de um clássico. Este livro está nas origens de toda reflexão política evangélica. Robinson é importante por outras questões, como seus livros sobre sexualidade (“Uma Bênção Chamada Sexo”, “Sexualidade e Libertação”), mas sua contribuição permanente é o estímulo que deu à reflexão política evangélica.
31. “O Evangelho Maltrapilho” -- Brennan Manning [Mundo Cristão]
Não há outro autor mais importante no meio evangélico nos últimos dez anos do que Brennan Manning. Seus livros devocionais, como “O Impostor que Vive em Mim”, “A Assinatura de Jesus”, “O Obstinado Amor de Deus”, estão transformando radicalmente a maneira como os evangélicos entendem a vida cristã. Eu fico muito grato.
32. “O Pastor Desnecessário” -- Eugene Peterson [Mundo Cristão]
Peterson é muito estimado no meio evangélico brasileiro e um dos autores mais bem avaliados dos últimos tempos. Responsável por projetos como “The Message” (excelente paráfrase bíblica), tem nos galardoado com obras como “Corra com os Cavalos”, “A Oração que Deus Ouve”, “A Vocação Espiritual do Pastor”, “Transpondo Muralhas”, entre outros. Selecionei o que talvez seja o mais importante.
33. “Poder Através da Oração” -- E. M. Bounds [Batista Regular]
Nos anos 70, quando não havia ainda bons livros sobre oração, como o de Richard Foster ou o de Eugene Peterson, os livros de Bounds sobre oração circulavam de mão em mão, trazendo avivamento às igrejas. Hoje Bounds está quase esquecido. Quase.
34. “Cristo é o Senhor” -- Dionísio Pape [ABU]
No fim dos anos 60 e começo dos anos 70, o nome de Pape se destacava pela espiritualidade, profundidade e sucesso ministerial. Seu opúsculo “Cristo é o Senhor” levou muitos à consagração e ao ministério.
35. “O Caminho do Coração” -- Ricardo Barbosa [Encontro]
Barbosa (junto com Osmar Ludovico, James Houston e outros) é responsável pelo retorno ao interesse pela mística cristã em nosso país. Seus livros nos ensinam uma outra atitude não somente em relação à vida, mas também em relação à teologia. Uma atitude contemplativa.
36. “O Novo Testamento Interpretado” -- R. N. Champlin [Hagnos]
Não privilegiei obras teológicas e comentários bíblicos nesta lista porque tais livros, em geral, não vendem bem e sua influência é pequena. Uma exceção precisava ser feita em relação ao favorito das bibliotecas. O empenho exaustivo de Champlin precisava ser lembrado, pois ainda vende bem e é o comentário primordial dos evangélicos.
37. “Icabode” -- Rubem Martins Amorese [Ultimato]
Este livro pode não ter sido tão lido quanto é citado, mas definiu um novo tipo de reflexão cristã no Brasil, que propõe diálogo com a cultura em outro nível que não o da evangelização, e sim o da discussão de valores e princípios que podem levar nossa sociedade para um patamar melhor ou pior. É uma boa influência.
38. “A Bíblia e o Futuro” -- Anthony Hoekema [Cultura Cristã]
Este estudo do Apocalipse cresceu em importância no Brasil em uma época em que quase não havia obra que fizesse uma defesa do amilenismo, apesar dos pouco conhecidos esforços de Harald Schally. O livro provocou conversões em massa a partir dos anos 80, e a escatologia nunca mais foi a mesma no Brasil.
39. “Cristianismo Puro e Simples” -- C. S. Lewis [Martins Fontes]
Também conhecido como “Mero Cristianismo”, a busca de Lewis pelo denominador comum da fé cristã impacta brasileiros desde os anos 70. Seleciono o livro simbolicamente, já que Lewis não poderia ficar de fora, seja por causa de “Os Quatro Amores”, “Milagres”, “Cartas do Inferno” ou “As Crônicas de Nárnia”.
40. “A Mensagem Secreta de Jesus” -- Brian D. McLaren [Thomas Nelson]
Em 2007 o leitor evangélico brasileiro foi surpreendido por este livro do mesmo autor de “Uma Ortodoxia Generosa”. Fiquei admirado ao ver como todos passaram a conhecer e a comentar a obra de McLaren, que representa melhor do que ninguém o paradigma teológico evangélico emergente. Não dá pra não ler.
• Ricardo Quadros Gouvêa é ministro presbiteriano e professor de teologia e de filosofia.
sexta-feira, 22 de julho de 2011
A oração que Deus ouve

"Eu, porém, faço a minha oração a ti, Senhor, num tempo aceitável; ó Deus, ouve-me segundo a grandeza da tua misericórdia, segundo a verdade da tua salvação." (Salmo 69:13)
Eugene Peterson nos presenteia com essa obra para nos mostrar o Livro de Salmos como guia básico para nossas orações.
Leia alguns trechos da introdução:
"O humano, em uma clássica definição, é a criatura que fabrica ferramentas, homo faber. Não somos animais, vivendo por puro instinto, em contato imediato com o nosso meio ambiente. Tampouco somos anjos, vivendo por pura inteligência, com acesso imediato a Deus. nós somos criaturas, profundamente envolvidas com ferramentas. Diferente dos animais, utilizamos garfo e faca para levar comida às nossas bocas, martelo e serrote para construir as nossas habitações. Diferente dos anjos, usamos as Escrituras para ouvir o que Deus tem a nos dizer, e os sacramentos para receber Sua vida entre nós. Em outra definição, o humano é a criatura que ora , homo pecator. As duas definições se fundem. Oração é tecnologia. Orações são ferramentas.
Entretanto as ferramentas não são as coisas mais importantes sobre nós, Deus é: Deus em ação, criando, redimindo e abençoando. Deus criando o universo: Deus vindo até nós encarnado em Cristo. Deus derramando o Seu espírito sobre as criaturas e a criação. (...)
Porém no dia-a-dia dos seres humanos, as ferramentas são extremamente necessárias, ainda que não sejam mais importantes ou evidentes. Cada comportamento humano observável requer o uso de ferramentas: arando, amando, cozinhando, aprendendo, construindo, crendo. Algumas ferramentas são feitas de madeira, outras de metal, outras de palavras. Uma ferramenta feita de palavras é como outra qualquer feita de aço. A oração é ferramenta feita, principalmente, de palavras.
(...)
As orações são ferramentas, porém com este esclarecimento: as orações não são ferramentas para fazer ou obter, mas para ser e tornar-se.
(...)
As pessoas de fé tomam posse dos Salmos pela mesma razão que os jardineiros empunham a enxada e o ancinho em sua jornada à horta de vegetais, e que os estudantes carregam papel e lápis quando adentram uma sala de leitura. Adquirir tais ferramentas para executar o trabalho humano de modo mais fácil e eficiente é apenas uma questão de ordem prática.
(...)
Os Salmos são necessários porque são as orações modelo.
(...)
Então é isso: abramos nossas Bíblias no livro dos Salmos e os oremos, sequencial, regular e fielmente ao longo do tempo. Eis como a maioria dos cristãos, em grande parte dos séculos, tem amadurecido em oração. Nada extravagante. Apenas faça isso. A oração em si deve ser deliberada e vagarosa, permitindo (como Bento de Nursia orientou) que as emoções do coração entrem em harmonia com os movimentos dos lábio." (pg.9-19)
A oração que Deus ouve
Eugene Peterson
Ed.Palavra, 2007
domingo, 17 de julho de 2011
Oração Eficaz

Orar é dialogar com o nosso Pai Celestial. Orar é comunicar-se com Deus e estar em comunhão com Ele.
Orar é comunicar ao Senhor o nosso agradecimento e reconhecimento pelas bênçãos recebidas, é falar a Ele sobre as nossas necessidades e suplicar-lhe socorro.
Orar é manter um relacionamento intimo e pessoal com o Pai.
Em "Oração Eficaz", Charles Haddon Spurgeon, servo do Senhor, ensina-nos como aproximar-nos de Deus, e como apresentar a Ele as profundas necessidades dos nossos corações.
Baseando-se nas Escrituras, ele nos mostra como as nossas petições podem prevalecer perante o trono de Deus.
Ao mesmo tempo, ele nos faz cientes de que devemos louvar e agradecer ao nosso grande Benfeitor, porquanto dEle procede todas as bênçãos que enchem as nossas vidas.
Que o Senhor nos ajude a orar dessa maneira!
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Charles Haddon Spurgeon nasceu em 1834 e faleceu em 1892. Seu primeiro pastorado, aos 17 anos de idade, foi numa igreja em Cambridgeshire. Mudou-se para New Park Street Chapel, Londres, em 1854, e em 5 anos tornou-se o ministro mais famoso da cidade.
A pedra fundamental de um novo edifício chamado Metropotitan Tabernacle foi lançada em 1859, e aí Spurgeon pregou constantemente para uma congregação de cerca de 6000 pessoas.
Também alcançou uma audiência maior de aproximadamente um milhão de pessoas a quem se dirigia semanalmente através de seus sermões impressos.
(fonte: www.erdos.com.br)
quarta-feira, 13 de julho de 2011
Biblioteca no Twitter

A Biblioteca da Igreja Memorial Batista está agora no Twitter. Siga-nos (@bibliotecaimbb) e descubra as últimas novidades a respeito de nosso acervo, funcionamento, receba indicaçoes de livros e muito mais!
sexta-feira, 1 de julho de 2011
Aquisições maio-junho 2011

- AQUINO, São Tomás de. Exposição sobre o credo. Tradução de Odilão Moura. 5ª. São Paulo - SP: Loyola - SP, 2002. 120 p. ISBN 85-15-01043-7.
- AZEVEDO, Israel Belo de. A celebração do indivíduo: A formação do pensamento Batista Brasileiro. 1ª. São Paulo - SP: Vida Nova, 2004. 343 p. ISBN 85-275-0322-0.
- BARCALA, Martin. Cristianismo arreligioso: uma introdução à cristologia de Dietrich Bonhoeffer. 1ª. São Paulo - SP: Arte Editorial, 2010. 216 p. ISBN 978-85-98172-84-2.
- BARCLAY, William. Palavras Chaves do Novo Testamento. 2ª. [S.l.]: Vida Nova - SP, 1988.
- BECKER, Jürgen. Apóstolo Paulo: Vida, Obra e Teologia. Tradução de Irineu J. Rabuske. 1ª. São Paulo - SP: Academia Cristã, 2007. 704 p. ISBN 978-85-98481-17-3.
- BEEKE, Joel. Herdeiros com Cristo: Os puritanos sobre a Adoção. Tradução de Odayr Olivetti. 1ª. São Paulo - SP: PES, 2010. 168 p.
- BÍBLIA. Novo Testamento Trilíngüe: grego, português e inglês. 1ª. São Paulo - SP: Vida Nova - SP, 2006. 729 p. ISBN 978-85-275-0263-4.
- BITTENCOURT, Benedito de Paula. A personalidade viva de Paulo. 1ª. São Paulo - SP: Editora Reflexão, 2010. 177p. ISBN 978-85-61859-59-6.
- BOCCACCINI, Gabriele. Além da Hipótese Essênia: A separação dos caminhos entre Qumran e o judaísmo enóquico. Tradução de Elizangela A. Soares. 1ª. São Paulo - SP: Paulus, 2010. 286 p. ISBN 978-85-349-3235-6.
- BOFF, Leonardo. A Santíssima Trindade é a melhor comunidade. 11ª. Petrópolis - RJ: Vozes, 2009. 167 p. ISBN 978-85-326-1347-9.
- BRAKEMEIER, Gottfried. A Primeira Carta do Apóstolo Paulo à Comunidade de Corinto: Um comentário exegético-teológico. 1ª. São Leopoldo - RS: Sinodal, 2008. 229 p. ISBN 978-85-233-0897-1.
- BURNS, Barbara Helen. Contextualização Missionária: Desafios, Questões, Diretrizes. 1ª. São Paulo - SP: Vida Nova, 2011. 272 p. ISBN 978-85-275-0461-4.
- CARNEGIE, Dale. Como fazer amigos e influenciar pessoas. Tradução de Fernando Tude Souza. 51ª. São Paulo - SP: Companhia Editora Nacional, 2006. 313 p. ISBN 850400486-4.
- CARSON, D. A. Do Shabbath para o Dia do Senhor. Tradução de Susana Klassen. 1ª. São Paulo - SP: Cultura Cristã - SP, 2006. 478 p. ISBN 85-7622-112-8.
- CEDAR, Paul; HUGHES, Kent; PATTERSON, Ben; PRICE, Donald E. (Coord.). Autenticidade ou Hipocrisia?: A integridade e os desafios do ministério. Tradução de Hans Udo Fuchs. 1ª. São Paulo - SP: Vida Nova, 2001. 176 p. ISBN 85-275-0284-4.
- CÉSAR, Elben M. Lenz. Conversas com Lutero: história e pensamento. 1ª. Viçosa - MG: Ultimato, 2006. 286 p. ISBN 85-86539-95-3.
- CHEUNG, Vincent. Introdução à Teologia Sistemática. Tradução de Felipe Sabino de Araújo Neto. 1ª. São Paulo - SP: Arte Editorial, 2008. 327 p. ISBN 978-85-98172-28-6.
- COPE, Landa. Modelo Social do Antigo Testamento: redescobrindo princípios de Deus para discipular as nações. Tradução de Andréa Aparício Ribeiro. 1ª. Almirante Tamandaré - PR: Editora Jocum Brasil, 2007. 225 p. ISBN 978-85-60363-06-3.
- COSTA, Samuel da Silva. Psicologia Pastoral. 4ª. Rio de Janeiro - RJ: Silvacosta, 2009. 264 p. ISBN 85-99780-02-6.
- CRISÓSTOMO, São João. Comentários às Cartas de Paulo/2: Homilias sobre a Primeira Carta aos Coríntios, Homilias sobre a Segunda Carta aos Coríntios. Tradução de Mosteiro de Maria Mãe do Cristo. 1ª. São Paulo - SP:Paulus, 2010.979 p. (Patrística;v. 27/2). ISBN 978-85-349-3045-1. - CURY, Augusto. Mentes Brilhantes, Mentes Treinadas: Desvendando o fascinante mundo da mente humana. 2ª. São Paulo - SP: Academia de Inteligência, 2010.75 p. ISBN 978-85-60096-84-8. - DICIONÁRIO ILUSTRADO DA BÍBLIA; YOUNGBLOOD, Ronald F.; BRUCE, F. F.; HARRISON, R. K. (Ed.). Dicionário Ilustrado da Bíblia. Tradução de Lucília Marques Pereira da Silva et al. 1ª. São Paulo - SP: Vida Nova, 2004. 1475 p. ISBN 978-85-275-0321-1.
- DOBSON, James. Em defesa do casamento: um plano de ação para a proteção da família. 1ª. São Paulo - SP: Vida - SP, 2011. 109 p. ISBN 978-85-383-0189-9.
- DREHER, Martin N. A Igreja Latino-Americana no Contexto Mundial. 3ª. São Leopoldo - RS: Sinodal, 2007. 256 p. (Coleção História da Igreja; v. 4). ISBN 85-233-0575-0.
- DREHER, Martin N. A Igreja no Império Romano. 7ª. São Leopoldo - RS: Sinodal, 2009. 96 p. (Coleção História da Igreja; v. 1). ISBN 978-85-233-0870-4.
- DREHER, Martin N. A Igreja no Mundo Medieval. 6ª. São Leopoldo - RS: Sinodal, 2007. 136 p. (Coleção História da Igreja; v. 2). ISBN 978-85-233-0880-2.
- DRISCOLL, Mark.Um livro que você vai realmente ler sobre o Antigo Testamento . Tradução de Katia Ferreira. 1ª. Rio de Janeiro - RJ: Tempo de Colheita, 2010. 99 p. ISBN 978-85-61619-13-8.
- ERICKSON, Millard J. Dicionário Popular de Filosofia. Tradução de Emirson Justino. 1ª. São Paulo - SP: Mundo Cristão, 2011. 214 p. ISBN 978-85-7325-636-9.
FEINBERG, John et al. Predestinação e Livre-Arbítrio: Quatro Perspectivas sobre a soberania de Deus e a liberdade humana. Tradução de Oswaldo Ramos. 1ª. São Paulo - SP: Mundo Cristão, 2010. 217 p. ISBN 978-85-7325-089-5.
- FOHRER, Georg. Estruturas Teológicas do Antigo Testamento. Tradução de Álvaro Cunha. 1ª. Santo André – São Paulo: Academia Cristã, 2006. 461 p. ISBN 8598481-12-2.
- FRAAS, Hans-Jürgen. A Religiosidade Humana: Compêndio de Psicologia da Religião. Tradução de Ilson Kayser, Werner Fuchs. 1ª. São Leopoldo - RS: Sinodal, 1997. 152 p. ISBN 85-233-0442-8.
- GAARDER, Jostein; NOTAKER, Henry; HELLERN, Victor. O livro das religiões. Tradução de Isa Mara Lando. 1ª. São Paulo - SP: Companhia das Letras, 2000. 315 p. ISBN 85-7164-994-4.
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