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quarta-feira, 20 de março de 2013

Um dia de cada vez: meus devocionais


Em seu livro devocional, Um dia de cada vez, Claudia Pinzón, compartilha experiências pessoais, triunfos, fracassos e lições apreendidas durante sua trajetória de vida. Segundo a autora, a jornada diária das pessoas está cheia de altos e baixos, lutas e perturbações. A solução para esses entraves está na confiança que é depositada em Deus.
 
Esta obra foi escrita para que as pessoas encontrem sua verdadeira identidade de filho ao se relacionar em liberdade com o Pai Celestial e desfrutar da vida abundante que Ele proporciona.
 
Cada leitura diária inclui um versículo da Bíblia, bem como um lugar para você escrever seus pensamentos a partir da leitura.
 
Dentre as reflexões diárias do mês de março, a que mais chama à atenção é: “Deixe que Deus seja o seu tudo”. Quando se dá a Deus a oportunidade de está no comando de tudo pode-se viver mais confiante e tranquilo. O homem deve render sua vida a Deus reconhecendo-o em todos os caminhos e permitindo que Ele seja o guia da sua vida.
 
É preciso estar alerta, pois vivemos em um tempo onde há cada vez mais guerras, terremotos, fome, desastres, pragas, falsos profetas, que vêm apenas para confundir, e tempos em que muitos são perseguidos por proclamar a palavra de Deus.
 
Estejam Alertas!
 
“Na verdade, na verdade vos digo que, se o grão de trigo, caindo na terra, não morrer, fica ele só; mas se morrer, dá muito fruto” (João 12:24).

Por Priscila Rocha

segunda-feira, 31 de dezembro de 2012

Devocionais diários - Um ano com C. S. Lewis


No próximo ano, Lari, Priscila, Giuseppe e eu decidimos ler e compartilhar com vocês as nossas impressões sobre alguns Devocionais Diários de nossa Biblioteca. Para quem não conhece, Devocionais Diários são aqueles livros que contêm pequenas leituras inspirativas para cada dia do ano (geralmente de meia a uma página) como proposta de reflexão e aprendizado. Trata-se de um gênero clássico na literatura cristã. Os Devocionais Diários não são, de forma alguma, substitutos da leitura da Palavra, mas devem ser encarados como material complementar para a reflexão cotidiana. 

O livro escolhido por mim foi Um ano com C. S. Lewis: leituras diárias de suas obras clássicas organizado a partir dos escritos originais de C. S. Lewis e com tradução de Patrícia Klein. Eu, como sabem os leitores mais assíduos, tenho uma grande predileção pelos escritos do autor das Crônicas de Narnia e tive o privilégio de resenhar três de seus livros neste blog: O Peso de Glória, Anatomia de uma Dor e Oração: Cartas a Malcolm. Por isso, estou bastante empolgado em ler esse livro. Futuramente, farei uma resenha mais detalhada do livro e, quem sabe, ao longo do ano, compartilharei algumas das leituras com vocês. Por enquanto, segue abaixo o prefácio especial feito para edição brasileira por Russell Shedd:

"O LEITOR QUE lê pela primeira vez um escrito de C.S. Lewis tem a agradável surpresa de descobrir a criatividade de um homem que foi professor de filosofia em Oxford e de literatura em Cambridge. Ele tinha um dom extraordinário para tratar temas cristãos profundos com simplicidade e perspicácia, enquanto conduzia os pensamentos por caminhos nunca trilhados. É impossível ler esse mestre sem perguntar: “Por que eu não pensei nisso antes?”
Em 1961 fui para Cambridge a fim de pedir ao professor Lewis que me concedesse o privilégio de publicar algumas de suas obras em português. Não consegui falar diretamente com ele, pois não estava em casa naquela ocasião. Porém, foi possível lançar, com seu consentimento, pela Edições Vida Nova, as obras Cartas do Inferno, Razão do Cristianismo e Transposição (hoje, Peso de Glória). Demorou para a fama de C.S. Lewis conquistar um número significativo de leitores no Brasil nos anos 60. Hoje não é mais assim. Lewis é conhecido porque, pouco a pouco, os brasileiros passaram a entender o que o mundo de fala inglesa já conhecia há cinqüenta anos.
Neste livro, em doses fáceis de digerir, o leitor poderá logo compreender por que Lewis é conhecido como um dos mais influentes pensadores de sua geração. Ele é lógico, coerente e sábio. Sem ser teólogo profissional, escreve sobre teologia, história, literatura, ética e psicologia, sempre com o intuito de conduzir o leitor a pensar e querer melhorar. Sessenta anos atrás era completamente fora de moda escrever sobre o Tentador, como Lewis fez nas Cartas para chamar a atenção dos ingleses sobre a sutileza do Diabo. Hoje, mais do que nunca, é preciso observar como o Inimigo pensa e age.
A editora Patricia Klein foi feliz na idéia de apresentar uma coleção de parágrafos para leituras diárias e, assim, permitir ao leitor fazer uma refeição leve. Ler um livro inteiro às vezes dá indigestão, mas, em pequenas doses, a leitura pode se tornar mais sugestiva e agradável. Pode-se saborear o pensamento sem imediatamente abrir espaço para uma outra idéia. Algumas pessoas tomam vitaminas em forma de pílulas para fortalecer a saúde. Ler diariamente um parágrafo de Lewis seguramente fará muito bem para a saúde mental e espiritual, e fortalecerá o caráter cristão.
Recomendo Um Ano com C.S. Lewis sem reservas. Felicito a Editora Ultimato pela iniciativa de preparar, para os leitores de fala portuguesa, este importante e belo volume.
A Deus toda a glória!
Russell Shedd"


sexta-feira, 29 de janeiro de 2010

Clássicos Devocionais


Clássicos Devocionais, editado por Richard Foster e James Bryan Smith, é uma coletânea de textos devocionais extraídos de obras clássicas sobre espiritualidade e vida cristã. Os autores cujos textos compõem o livro são oriundos de diversas tradições cristãs e de diversos períodos da história da Igreja, desde Atanásio até Kathleen Norris, passando por Bernardo de Claraval, Francisco de Assis, Martinho Lutero, John Wesley e C. S. Lewis. Sobretudo, são autores cujas idéias e exemplos de vida resistiram ao tempo e são admiráveis e úteis até hoje.

Os textos estão organizados em uma parte preparatória seguida por seis partes: "Preparação para a vida espiritual", "A vida de oração", "A vida íntegra", "A vida no poder do Espírito", "A vida compassiva", "A vida centrada na Palavra" e "A vida sacramental". Cada uma delas enfatizando uma das dimensões da vida espiritual cristã que precisam ser desenvolvidas pelo crente.

Foster afirma que os cristãos de hoje não estão acostumados, como os antigos, à idéia de que é necessário se exercitar diariamente e disciplinadamente a fim de desenvolver experiências e relacionamento com Deus. Pelo contrário, verifica-se uma acomodação à simples afirmação da crença sem mais conseqüências. A iniciativa de Foster destina-se a enfatizar a necessidade do cultivo da disciplina espiritual para o fortalecimento da fé.

A fé, assim como a virtude, precisa ser exercitada para se aperfeiçoar. Isso não significa, porém, que exista uma técnica ou método para a espiritualidade. A própria diversidade nas experiências dos autores aponta para esse fato. Contudo, é possível extrair de cada um deles, lições valiosas a respeito da atitude de quem deseja conhecer melhor a Deus e fazer Sua vontade.

O livro traz também, após os textos, citações das Escrituras relacionadas, perguntas para a meditação e sugestões de exercícios que podem ser feitos em pequenos grupos ou individualmente, bem como sugestões de leitura para aprofundamento. A obra é interessante para a leitura e reflexão diárias e para o uso em pequenos grupos de discipulado.

"O custo do descomprometimento é a paz permanente, uma vida repleta de amor, fé que vê tudo na perspectiva do domínio supremo de Deus para sempre, esperança que sobrevive aos momentos mais aflitivos, força para fazer o que é certo e resistir ao poder do mal. Em resumo custa exatamente aquela abundância de vida que Jesus prometeu (João 10.10). O jugo de Cristo na forma de cruz é, afinal, um instrumento de libertação e poder para quem divide o jugo com Cristo e aprende a humildade e a singeleza de coração, que trazem descanso à alma. A perspectiva correta é ver o seguir a Cristo não apenas como necessidade, mas como cumprimento das possibilidades humanas mais nobres e como vida de alto nível." (trecho de "O Custo do Descompromentimento" de Dallas Willard, citado de Foster, Richard; Smith. James Bryan (org). Clássicos Devocionais. São Paulo: Vida, 2009, p. 35-36)