domingo, 6 de janeiro de 2013

Tema do timestre da EBD - Estudos do livro de Gênesis

 


A Paz do Senhor Jesus Cristo!

A partir deste mês de janeiro e indo até março, a EBD está ministrando lições sobre o livro de Gênesis.
Desta forma, aproveite e leia o que a sua biblioteca tem a te oferecer.
Leia os livros disponíveis em nosso acervo, como os listados abaixo e incremente seu estudo bíblico semanal!!!


  • COELHO FILHO, Isaltino Gomes. Gênesis - Bereshîth o livro dos princípios. Ed JUERP, 2004,1ª edição;
  • WALTKE, Bruce K. Gênesis. Ed. Cultura Cristã, 2010, 1ª edição;
  • BAXTER, J. Sidow. Examinai as Escrituras: de Gênesis a Josué. Edições Vida Nova, 1992, 1ª edição;
  • LONGMAN III, Tremper. Como ler Gênesis. Edições Vida Nova, 1ª edição;
  • MACKINTOSH, C.H. Estudos sobre o livro de Gênesis. Depósito de literatura cristã,2001, 3ª edição.

segunda-feira, 31 de dezembro de 2012

Devocionais diários - Um ano com C. S. Lewis


No próximo ano, Lari, Priscila, Giuseppe e eu decidimos ler e compartilhar com vocês as nossas impressões sobre alguns Devocionais Diários de nossa Biblioteca. Para quem não conhece, Devocionais Diários são aqueles livros que contêm pequenas leituras inspirativas para cada dia do ano (geralmente de meia a uma página) como proposta de reflexão e aprendizado. Trata-se de um gênero clássico na literatura cristã. Os Devocionais Diários não são, de forma alguma, substitutos da leitura da Palavra, mas devem ser encarados como material complementar para a reflexão cotidiana. 

O livro escolhido por mim foi Um ano com C. S. Lewis: leituras diárias de suas obras clássicas organizado a partir dos escritos originais de C. S. Lewis e com tradução de Patrícia Klein. Eu, como sabem os leitores mais assíduos, tenho uma grande predileção pelos escritos do autor das Crônicas de Narnia e tive o privilégio de resenhar três de seus livros neste blog: O Peso de Glória, Anatomia de uma Dor e Oração: Cartas a Malcolm. Por isso, estou bastante empolgado em ler esse livro. Futuramente, farei uma resenha mais detalhada do livro e, quem sabe, ao longo do ano, compartilharei algumas das leituras com vocês. Por enquanto, segue abaixo o prefácio especial feito para edição brasileira por Russell Shedd:

"O LEITOR QUE lê pela primeira vez um escrito de C.S. Lewis tem a agradável surpresa de descobrir a criatividade de um homem que foi professor de filosofia em Oxford e de literatura em Cambridge. Ele tinha um dom extraordinário para tratar temas cristãos profundos com simplicidade e perspicácia, enquanto conduzia os pensamentos por caminhos nunca trilhados. É impossível ler esse mestre sem perguntar: “Por que eu não pensei nisso antes?”
Em 1961 fui para Cambridge a fim de pedir ao professor Lewis que me concedesse o privilégio de publicar algumas de suas obras em português. Não consegui falar diretamente com ele, pois não estava em casa naquela ocasião. Porém, foi possível lançar, com seu consentimento, pela Edições Vida Nova, as obras Cartas do Inferno, Razão do Cristianismo e Transposição (hoje, Peso de Glória). Demorou para a fama de C.S. Lewis conquistar um número significativo de leitores no Brasil nos anos 60. Hoje não é mais assim. Lewis é conhecido porque, pouco a pouco, os brasileiros passaram a entender o que o mundo de fala inglesa já conhecia há cinqüenta anos.
Neste livro, em doses fáceis de digerir, o leitor poderá logo compreender por que Lewis é conhecido como um dos mais influentes pensadores de sua geração. Ele é lógico, coerente e sábio. Sem ser teólogo profissional, escreve sobre teologia, história, literatura, ética e psicologia, sempre com o intuito de conduzir o leitor a pensar e querer melhorar. Sessenta anos atrás era completamente fora de moda escrever sobre o Tentador, como Lewis fez nas Cartas para chamar a atenção dos ingleses sobre a sutileza do Diabo. Hoje, mais do que nunca, é preciso observar como o Inimigo pensa e age.
A editora Patricia Klein foi feliz na idéia de apresentar uma coleção de parágrafos para leituras diárias e, assim, permitir ao leitor fazer uma refeição leve. Ler um livro inteiro às vezes dá indigestão, mas, em pequenas doses, a leitura pode se tornar mais sugestiva e agradável. Pode-se saborear o pensamento sem imediatamente abrir espaço para uma outra idéia. Algumas pessoas tomam vitaminas em forma de pílulas para fortalecer a saúde. Ler diariamente um parágrafo de Lewis seguramente fará muito bem para a saúde mental e espiritual, e fortalecerá o caráter cristão.
Recomendo Um Ano com C.S. Lewis sem reservas. Felicito a Editora Ultimato pela iniciativa de preparar, para os leitores de fala portuguesa, este importante e belo volume.
A Deus toda a glória!
Russell Shedd"


segunda-feira, 17 de dezembro de 2012

"A Cabana", de William P. Young

Por Roberto Torres Hollanda

Um romance, escrito em 2005 por um vendedor profissional, William P. Young, e publicado em 1º. de maio de 2007 por dois ex-pastores, Wayne Jacobsen e Brad Cummings, no qual foram gastos 300 dólares para sua divulgação, que entrou em oitavo lugar na lista dos livros mais vendidos, organizada pelo “USA Today” (01 mai 2008), tem alvoroçado cristãos aficionados da literatura religiosa.

O propósito do autor de “The Shack” (A Cabana) era atingir as pessoas “espiritualmente interessadas”; no início, seus seis filhos. As editoras religiosas julgaram o tema do livro muito polêmico; as profanas, muito piegas. Por isso, Cummings e Jacobsen resolveram criar uma editora (“Windblown”, Califórnia, EUA) para publicar o livro. Em maio de 2008 já tinham sido impressos mais de 800 mil exemplares.

Um especialista do mercado editorial afirmou que o público não estava interessado na ortodoxia teológica, mas no impacto emocional causado pelo romance.

Apenas um ano depois de publicado, “A Cabana” era o no. 1 da lista do “The New York Times” (08 jun 08), com mais de um milhão de exemplares vendidos.

Alguns líderes cristãos acusaram “A Cabana” de ser um livro herético.

Mas Eugene Peterson, exageradamente, comparou “A Cabana” com “O Peregrino”, de John Bunyan.

Raras vezes aconteceu tanta celeuma a respeito de ficção religiosa; nas Igrejas, tamanho interesse por um livro profano. Incontestavelmente, o romance capturou a imaginação de muitos leitores, católicos, protestantes, evangélicos e ateus.

A revista “Christianity Today” (10 jul 08) considerou-o não provávelmente herético, mas certamente incomum ao tratar da doutrina da Santíssima Trindade, debatida desde o tempo de Tertuliano (155-222). Young retrata as Pessoas da Trindade assim: Deus é uma mulher afro-americana; Jesus é um carpinteiro do Oriente Médio; o Espírito Santo é uma mulher asiática. 

 “The Washington Times” (07 ago 08) preferiu dizer que “A Cabana” é um romance não-ortodoxo, dirigido a cristãos desencantados com as Igrejas. Já atingia dois milhões de exemplares vendidos. Young disse que o livro tinha tornado Deus “acessível às multidões” (sic). Na verdade, Deus passava a ser visível e parte da Criação, porque assumiu um corpo físico, que, aliás, tinha a aparência de mulher. Cummings achava que “o público quer textos espirituais e está cansado de pregações”. 

 Mark Driscoll, pastor de uma megaigreja em Seattle, considerou o livro (http://videos.gospelmais.com.br/ - http://pagels.teamexpansion.org/) herético em relação à Santíssima Trindade. 

Em agosto de 2008, o livro foi lançado no Brasil pela “Sextante”; já no dia 27 desse mês entrou na lista dos mais vendidos. O cronista literário da “VEJA” (08 out 08) assinalou o fato de que livros de ficção estavam oferecendo “até comunicação direta com Deus”, não se contentando “em distrair o leitor nas horas vagas”. Formalmente, é um romance, mas serve “para consolar o leitor”. Em “O Diário de um Mago”, de Paulo Coelho, o leitor tinha uma história de iniciação esotérica. Em “A Cabana”, o leitor pode prescindir das Igrejas, sejam quais forem, e dos teólogos. Na revista, Young, pelo menos desde a edição de 24 fev 2010, esteve no topo da lista; nela permanecia durante as últimas 80 semanas consecutivas! 

 O romancista metido a teólogo esteve no Brasil em outubro de 2008; o comentarista da “VEJA” disse que “a heresia compensou” ... Quando chegou a Curitiba (PR) Young soube que quatro milhões de exemplares estavam espalhados pelo mundo. A “Gazeta do Povo” (29 out 08) revelou que Young acredita na Santíssima Trindade, mas não tem religião; sua vida (ou a vida de “Mack”, o protagonista do romance) teve duas crises: quando passou a duvidar de tudo e quando encontrou, na cabana, Deus, Jesus e o Espírito Santo – e repensou tudo. 

 Compramos, em Brasília, no dia 08 de abril p. p., nosso exemplar do livro, cuja venda talvez tenha ultrapassado a marca dos 10 milhões, traduzido para mais de 30 idiomas. 

 No livro, Young tenta (a partir da página 70), a seu modo, responder a questões cruciais do relacionamento do homem com a Trindade. Suas conversas (a partir da p. 76) são muito irreverentes, esquisitas, heréticas e anti-bíblicas. Basta dizer que “Deus” e o “Espírito Santo” revelam a Young que tinham assumido, no passado, a forma humana (p. 89). Por sua vez, “Jesus” não tinha qualquer poder (p. 90) em Si mesmo, mas declara-se como “o melhor caminho”. “Deus” não quer punir os pecadores (p. 109), mas a Bíblia (II Timóteo 4: 8; Hebreus 12: 23; Tiago 5: 9) diz que Deus Pai é juiz. Para Young, existe absoluta igualdade na autoridade das Pessoas da Trindade e submissão dessas Pessoas ao ser humano; isto pode levar à idolatria (p. 114). O protagonista parece surpreso com o universalismo de Deus Pai, pronto a receber e reconciliar-se com todos os pecadores. Young reanima o Modalismo do século 4 e nega a hierarquia entre as Pessoas da Trindade. 

 A Igreja cristã, desde os seus primórdios, tem discutido sobre a Trindade; sua teologia é bem diferente das conversações dos personagens de Young. 

 Parece que, entre os 10 ou mais milhões de leitores de “A Cabana”, muitos são evangélicos. Pelo menos, acessando vários blogs, encontramos evangélicos postando mensagens simpáticas ao romance e à ideologia de Young. “A Cabana” não introduziu nas mentes dos evangélicos, mas, certamente, está popularizando essa ideologia. É, inegavelmente, um livro de leitura insinuante e sedutora. Leitor, cuidado! 

 Young e seus admiradores podem alegar que “A Cabana” é mera obra de ficção. Mas, na verdade, difunde argumentos de caráter pseudo-teológico. Isso, muitos crentes não percebem, e não conferem o texto profano com a Bíblia. 

 Um fato podemos constatar: a falta de conhecimento bíblico e teológico nas igrejas evangélicas da atualidade. Talvez esteja acontecendo com os alunos da Escola Bíblica Dominical o que aconteceu com “Mack”, o protagonista de “A Cabana” (p. 185): “Tinha as respostas certas algumas vezes, mas não conhecia vocês”.

sexta-feira, 30 de novembro de 2012

Trilogia "O agente", de Jerry Jenkins



Mudando de foco, " O agente" aborda o tema apocalíptico de forma bem diferente. É claro que Jenkins esteve por trás de toda a série "Deixados para trás". Mas para quem lê os três livros da série "O agente", é notória a mudança de enfoque demonstrada.
Esta nova trilogia é bem diferente. Enquanto " Deixados..." é algo completamente contextualizado em cima do livro de Apocalipse, contendo uma interpretação particular sobre o que aconteceria nos últimos dias, "O agente" é um romance totalmente ficcional.
Num mundo pós-Terceira Guerra Mundial, as religiões são extintas. Paul Stepola, agente de uma fictícia OMP (Organização para a Manutenção pela Paz"), é chamado para uma célula de combate a "extremistas religiosos", graças a seus conhecimentos sobre Ciências da Religião. Durante os três livros, é narrado o envolvimento dele com na busca e combate a estas células.
Lógico que ao entrar contato com alguns acontecimentos estranhos e sem explicações, Paul começa a se questionar, terminando por se juntar aos "extremistas cristãos". É inevitável fazer um paralelo de sua vida com o de seu homônimo Paulo de Tarso, desde sua conversão em Atos até as cartas mandadas às Igrejas do Novo Testamento.
Bem, o que compensa é que a série vale muito como entretenimento. O ritmo das ações nos três livros combina momentos mais calmos com momentos ágeis e intensos de tirar o fôlego. Poderia até se tornar uma série as aventuras deste nouvel "agente secreto do Senhor...". Opa, desculpem, me empolguei. Mas valeu a pena!

domingo, 18 de novembro de 2012

Vitória final - O reino chegou, de Tim La Haye e Jerry Jenkins


 A vitória final



"Depois de 12 títulos lançados a série 'Deixados para Trás' finalmente chega ao fim. Nesta etapa final, os horrores da tribulação acabarão e Jesus Cristo consolidou o seu reinado na terra. Agora, a humanidade usufrui de um novo e perfeito com o Senhor e a própria terra está transformada. Os que não desejam se sujeitar a Cristo serão devotos de Lúcifer e irão conspirar contra o reinado santo no fim do milênio com um exército massivo. Quando Satã é liberto da prisão de mil anos, ele levanta seus seguidores para o último conflito entre o bem e o mal."

Antes de partirmos para a análise do último livro da pre-quel desta saga, acho interessante voltar-nos à sequência da série, denominada "Vitória final", que nos fala basicamente sobre o milênio e do que acontece, na visão dos autores, com a Terra durante o período do reino milenar de Jesus Cristo.

Bem, então façamos as contas: doze livros da saga cobrem sete anos de Tribulação, então algo como 1200 livros cobrirão mil anos de milênio, certo? Errado!

Este livro contém a mesma atemporalidade dos livros anteriores, haja vista que não segue uma sequência temporal definida - gasta algumas folhas no início do milênio, depois passa o livro inteiro falando sobre um momento definido próximo do primeiro século e voa no último capítulo até o momento da soltura de satanás, sua derrota, seu lançamento no lago de fogo e enxofre e o derradeiro Trono Branco.

Enfim, é livro que deve ser lido sem compromisso, ainda mais se considerarmos que se o Apocalipse é livro difícil de se interpretar, mais difícil ainda é "traduzir" apenas dez capítulos da Bíblia (basicamente as porções finais de Ezequiel, quando é descrita a restauração do templo de Deus, e Ap 21-22) para se formar uma ficção.

Se existe uma lição disso tudo, é lembrar que nosso Senhor é o mesmo ontem, hoje, sempre e para todo o sempre! Aleluia!

quarta-feira, 7 de novembro de 2012

Tema do trimestre da EBD - Estudos do livro de Apocalipse





A paz do Senhor!

Desde outubro e indo até o fim do ano, a EBD está ministrando lições sobre o livro de Apocalipse.
Desta forma, aproveite e leia o que a sua biblioteca tem a te oferecer. Leia os livros disponíveis em nosso acervo e incremente seu estudo bíblico semanal!!!


  •  O apocalipse - desvendando os mistérios da revelação, de Delcyr de Souza Lima. Ed. Juerp;
  •  Manual de Escatologia, de J.Dwight Pentecost. Ed. Vida;
  •  Interpretações do Apocalipse - quatro pontos de vista, org. C Marvin Pate. Ed. Vida;
  • Escatologia do Novo Testamento, de Russell Shedd. Ed. Vida Nova;
  • A Bíblia e os eventos futuros- panorama da escatologia bíblica, de Leon J. Wood. Editora e Distribuidora Candeia.



domingo, 28 de outubro de 2012

O regime, de Tim LaHaye e Jerry Jenkins






Continuando com nossa série sobre ficções centradas no Apocalipse, será falado agora sobre a sequência de "O nascimento", "O regime", da série de pre-quels da saga "Deixados para trás".

"O regime" tem o mesmo desafio de todo segundo filme ou livro de qualquer trilogia: continuar a narrativa do primeiro título e ao mesmo tempo amarrar as pontas para o gran finale do terceiro. E quando o terceiro título fala justamente sobre o Arrebatamento, trata-se de um desafio e tanto.

O livro continua com os mesmos questionamentos do volume anterior. A cada momento vemos Deus se apresentando diante de nós de várias formas e simplesmente não prestamos atenção. "O céu manifesta a glória de Deus, e o firmamento proclama a obra das suas mãos." (Salmos 19.2). Pois a verdade está sempre lá e se manifestando: parentes aceitam a Cristo e se salvam, Espírio Santo dia-a-dia convencendo pessoas do pecado e do juízo, esposas desesperadamente pregando para seus maridos.

O fato é que o Senhor nunca desiste de nós, mesmo que o neguemos várias vezes, seja qual for a escolha que nós fizermos. Por causa de tanto ceticismo e escolhas erradas apresentados neste livro, alguns personagens importantes da saga (Rayford, Abdullah Smith), acabariam passando a Tribulação inteira sofrendo nas mãos do anticristo.

Anticristo que, por sinal, neste momento está crescendo em poder e em uma escalada assustadora de violência e ódio, em um curso perfeito para ser "o príncipe deste mundo", ajudado por um autoproclamado "fazedor de reis" que se junta à sua maléfica missão . Mas esperarámos algo diferente dele? "O diabo vem para matar, roubar e destruir" (João 10.10a)

Concito que você leia este livro assim como o anterior: como um diversão, mas não deixe de entrar um pouco na história para tentar tirar algo para sua vida. Talvez o Senhor esteja te chamando há muito tempo para aceitá-lo...e você todavia não o escuta...Não deixe para depois!

Antes de falarmos sobre o terceiro livro da pre-quel, é bom vermos como tudo termina. É pra isto que nosso próximo post será sobre "O milênio", o décimo-terceiro livro da série ou, como se preferirem a sequência dos doze livros da saga original. Até a próxima e postem suas opiniões!!!



sábado, 13 de outubro de 2012

O Nascimento, de Tim LaHaye e Jerry Jenkins







O que você faria se quisesses muito ter um filho e Deus simplesmente negasse seu pedido embora o diabo estivesse ávido em concedê-lo?

Você ousaria pouco a pouco, "deixar Cristo de lado" somente para aproveitar o máximo que sua vida secular pudesse te oferecer?

No início desta nova série de posts sobre ficções centradas no Apocalipse, falarei um pouco sobre o primeiro livro pre-quel da série "Deixados para trás". Para quem leu a série famosa de livros, é interessante saber como inicia toda a história que se prolongará pelos próximos volumes. Mas para quem não leu, talvez seja interessante começar desde agora.

Particularmente pra mim, que estou lendo a série, tudo passa meio batido e ao largo ao ler este volume. É, todavia, impossível deixar de perceber alguns pequenos detalhes, como as duas perguntas que iniciam este post e que permeam o destino de alguns personagens que se tornarão importantes na continuação da saga.

Em suma, é como se a todo momento aqueles personagens estivessem como os judeus diante de Moisés, a tão pouca distância da Terra Prometida, ouvindo claramente sobre as consequências de suas bênçãos e suas maldições em suas vidas...

Já li certas resenhas sobre este livro de que ele não é uma leitura para quem tem pouca fé. Há passagens até meio macabras, como a que fala da preparação para o nascimento de Nicolae Carpathia, o anticristo. (pronto, revelei!) Mas se trata sobretudo de um livro sobre escolhas para a bênção ou para a maldição a cada momento.

Enfim, aproveite a leitura, como um passatempo, um prazer, até mesmo um divertimento. Mas talvez pare para pensar em suas escolhas diárias após a leitura deste livro, como eu fiz.


No próximo post, falarei sobre a sequência deste livro e o segundo pre-quel de "Deixados para trás", intitulado "O Regime". Até a próxima!


sábado, 6 de outubro de 2012

Vamos ler?

A paz do Nosso Senhor Jesus!

A biblioteca volta a informar que estará aberta no horário das 18:00 às 18:45 nos domingos, para atendimento e empréstimo de livros.
Aproveite para curtir e conhecer cada vez mais a biblioteca de sua Igreja!