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domingo, 29 de setembro de 2013

Movimento neopentecostal brasileiro – um estudo de caso


 “Neste livro, o autor mostra dados preliminares sobre o neopentecostalismo brasileiro e a Igreja universal do Reino de Deus – IURD. O texto vai discorrendo sobre o desenvolvimento do pentecostalismo brasileiro, desde o seu início até o atual movimento da terceira onda.”

O missionário David Allen Bledsoe, com larga passagem por igrejas brasileiras, constrói uma verdadeira tese sobre o que é a IURD, passando pela análise de seu fundador e líder principal, organização eclesiástica, vias de ministério, mensagem fundamental e expansão no Brasil e no exterior.

Daí passa para todos os valores que facilitaram o crescimento da IURD e sua integração na sociedade brasileira, indo num crescente até se ter condições a responder à pergunta: “A IURD, como uma das manifestações mais visíveis do movimento neopentecostal brasileiro, facilita ou inibe o sucesso da evangelização na sociedade brasileira?”.

Desta forma, líderes eclesiásticos e leitores em geral poderão entender a complexidade, ensinamentos, estratégias e práticas da IURD e de igrejas congêneres, bem como entender como isso se encaixa na história do movimento neopentecostal brasileiro.

sexta-feira, 13 de novembro de 2009

John Stott, uma das mais expressivas vozes do cristianismo contemporâneo


O inglês John Stott nasceu em 27 de abril de 1921. Foi um agnóstico até 1939, quando ouviu uma mensagem do reverendo Eric Nash e se converteu ao cristianismo evangélico.

Estudou Línguas Modernas na Faculdade Trinity, de Cambridge. Foi ordenado pela Igreja Anglicana em 1945, e iniciou suas atividades como sacerdote na Igreja All Souls, em Langham Place. Lá continuou até se tornar pastor emérito, em 1975. Foi capelão da coroa britânica de 1959 a 1991.

Stott tornou-se ainda mais conhecido depois do Pacto de Lausanne - grande congresso mundial de evangélicos que ocorreu em 1974 na Suíça, onde foi criado um comitê mundial das igrejas evangélicas. O teólogo se destacou na defesa do conceito de Evangelho Integral - uma abordagem cristã mais ampla, abrangendo a promoção do Reino de Deus não apenas na dimensão espiritual, mas também, na transformação da sociedade a partir da ética e dos valores cristãos. Em 1982, fundou o London Institute for Contemporary Christianity, do qual hoje é presidente honorário.

Além da vasta produção literária, Stott há 30 anos atua no apoio à formação de pastores e líderes e também facilitando o acesso à literatura nos mais diversos países, através de sua organização John Stott Ministries e o fundo Langham Partnership International. Ambos estão encarregados de perpetuar a visão de Stott. A JSM continuará sob a presidência de Chris Wright, que desde 2001 é seu principal executivo.

Em 2006, a organização apresentou seu projeto mais ousado: a publicação do Comentário Bíblico Africano. A obra conta com a inédita participação de 70 estudiosos africanos e foi elaborado com foco na realidade do continente, sem perder seu aspecto universal.

Aclamado pelo jornal The New York Times como o “papa” dos evangélicos pelo seu imenso prestígio, Stott escreveu mais de 50 livros, dentre eles Entenda a Bíblia.

Entre os seus títulos mais famosos estão: Cristianismo Básico; Crer é Também Pensar; Porque Sou Cristão; A Cruz de Cristo; Eu Creio na Pregação; Firmados na Fé; Cristianismo Equilibrado; Entenda a Bíblia; Cristianismo Autêntico; O Perfil do Pregador; Ouça o Espírito, ouça o mundo, a maioria deles disponível para empréstimo em nossa biblioteca.

A sua obra mais importante, Cristianismo Básico, vendeu mais de 2 milhões de cópias e já foi traduzido para mais de 60 línguas. Billy Graham chamou John Stott de "o mais respeitável clérigo no mundo hoje".

Leia abaixo uma frase marcante de John Stott:

"Alguma vez abrimos nossas portas a Cristo? Nós já o convidamos? Esta foi exatamente a questão que eu precisei ter colocado a mim. Pois, intelectualmente falando, eu tinha acreditado em Jesus toda a minha vida, do outro lado da porta. Regularmente tive dificuldades para fazer minhas orações pelo buraco da fechadura. Eu tinha mesmo empurrado tostões por debaixo da porta em uma vã tentativa de acalmá-lo. Eu fui batizado, sim, e confirmado também. Eu fui à igreja, li a Bíblia, tive altos ideais, e tentei ser bom e fazer o bem. Mas o tempo todo, muitas vezes sem perceber, eu estava afastando Cristo no comprimento do braço, e mantendo-o longe. Eu sabia que abrir a porta poderia ter consequências. Estou profundamente grato a ele por permitir-me abrir a porta. Olhando para trás agora por mais de cinqüenta anos, percebi que esse passo simples mudou toda a direção, o rumo e a qualidade da minha vida”.

Priscila Rocha com informações da editora Mundo Cristão