terça-feira, 26 de outubro de 2010

Os novos rumos da Teologia

Teologia: Ciência e Profissão (A identidade, a formação e o campo de atuação profissional do teólogo no Brasil)

Priscila Rocha

O livro a “Teologia: Ciência e Profissão” é uma obra coletiva composta por trabalhos de especialistas que analisam a difícil convivência da velha ciência teológica com a educação superior no Brasil. Além disso, sugere outro avanço no estudo científico da religião entre nós: a emancipação científica e acadêmica das ciências da religião, que na opinião deles poderão contribuir mutuamente para o progresso teórico e prático do conhecimento da dinâmica do campo religioso brasileiro, assim como do compromisso das instituições religiosas com a sociedade.

De acordo com o livro, a teologia no Brasil, passou a ganhar respeito acadêmico a partir do forte impacto da Teologia da Libertação, movimento intelectual que percorre toda a América Latina a partir dos anos 60 do século passado, estimulado principalmente pelas ditaduras militares que assolaram o Continente naquele período.

Profissão

Para o especialista, Antonio Maspoli de Araújo Gomes, algumas habilidades necessárias para o exercício da profissão do teólogo referem ao fazer teológico e outras se reportam ao próprio teólogo. Segundo ele o teólogo trabalha com a certeza de que sua condição de compreensão do universo é aceitar submeter seu saber e suas dúvidas ao crivo da sabedoria de Deus. Deve compreender que o mundo amado por Deus compreende a ordem de coisas que se rebelou contra o criador. Isto é, precisa estar equipado para a solidariedade e engajamento no mundo. “O teólogo deve caminhar com Deus na caminhada do povo de Deus sem preconceito de sexo, raça, religião ou classe social. Trabalha com a certeza de que sua condição de compreensão do universo é aceitar submeter seu saber e suas dúvidas ao crivo da Sabedoria de Deus”, explica. Antonio Maspoli observa, também, que a teologia deve se colocar a serviço da transformação da realidade social.

Reconhecimento

O professor Ronaldo Cavalcante diz que o reconhecimento dos cursos de teologia no Brasil já é uma realidade consolidada, especialmente agora com o Parecer 0063/2004 do CNE/CES em que se contempla a integralização daqueles créditos cursados nos cursos livres de teologia (seminários) em cursos de teologia reconhecidos. Situação nova que gradativamente vai colocando a teologia oficialmente dentro do mundo acadêmico e universitário Brasileiro: “Em lugar de uma teologia dogmática e finalista, inscreverá no ‘cardápio’ universitário uma teologia hermenêutica aberta e arejada, cuja tarefa é a de encontrar, recuperar e valorizar o seu texto sagrado - sua palavra”.

Ciência

Já o Pós Doutor em história das idéias, Osvaldo Henrique Hack, argumenta que estudar teologia não é um privilégio de quem busca a vida religiosa como opção vocacional: “Os cursos de teologia ou de ciências da religião oferecidos nas universidades, estabelecimentos de ensino superior, formarão bacharéis habilitados para exercer a vida profissional no magistério, no campo da ética ou na liderança religiosa de suas comunidades”. Hack argumenta que a teologia deve ser entendida como uma área de conhecimento tão necessária e importante como a antropologia, a filosofia ou a psicologia.

quarta-feira, 20 de outubro de 2010

O fim da história e a história do fim

“E, estando Ele sentado no Monte das Oliveiras, chegaram-se a Ele os Seus discípulos em particular, dizendo: Declara-nos quando serão essas coisas, e que sinal haverá da Tua vinda e do fim do mundo” (Mateus 24. 3)


O capítulo 24 do Evangelho segundo Mateus registra a resposta de Jesus às duas perguntas dos Seus discípulos: As perguntas são: a) quando aconteceria a destruição do templo de Jerusalém (e a queda de Jerusalém)? b) qual será o sinal da segunda vinda que antecederá imediatamente o fim do mundo?

Os dois acontecimentos estão cronologicamente e extensamente separados, mas as respostas estão neste capítulo tão entretecidos, a ponto de ser tarefa difícil desenredar e indicar exatamente em cada passagem individual o que se refere a um e a outro acontecimento. Contudo, Jesus não deixou de responder aos Seus discípulos.

Quanto à destruição do templo e queda de Jerusalém, Jesus relacionou fome, guerras, perseguição, aparecimento de falsos cristos e falsos profetas como prenúncios, princípios de dores. Tais eventos não marcam o fim, mas o começo. A abominação da desolação (gr. ereimosis. vs. 15) por exemplo, foi claramente interpretada como o cerco de Jerusalém pelos exércitos romanos (70 d.C.): “Mas, quando virdes Jerusalém cercada de exércitos, sabei então que é chegada a sua desolação (gr. ereimosis)” (Lucas 21. 20). E Jesus afirmou que não passaria aquela geração sem que todas as coisas se cumprissem (vs. 34-35). Além disso, as tribulações pelas quais passariam os judeus 43 anos depois (uma geração correspondia a aproximadamente 40 anos!) seriam tão grandes: “como nunca houve desde o princípio do mundo até agora, nem jamais haverá?” (vs. 21). O que Jesus está dizendo é que há uma história do mundo antes daquela tribulação prevista e há uma história depois; portanto, aquela tribulação, já prevista aos Seus discípulos (Mateus 10. 16-22), não antecede o fim do mundo, mas a queda de Jerusalém e a destruição do templo.

Quanto à Sua vinda e o fim do mundo, Jesus deixa claro que se trata de um evento súbito, repentino e imprevisível (vs. 36-44). Naquele momento, na carne, esvaziado de Sua glória, nem mesmo Ele podia prever (vs. 36). Mas Jesus não deixou a segunda pergunta dos Seus discípulos sem resposta. Se eles perguntaram por um sinal, Jesus o apontou claramente. Ele disse: “Então aparecerá no céu o sinal do Filho do Homem, e todas as tribos da terra se lamentarão, e verão vir o Filho do Homem sobre as nuvens do céu, com poder e grande glória” (vs. 30). Então o sinal do fim do mundo é a própria parousia, i.e., a volta poderosa e gloriosa de Jesus vindo sobre as nuvens.

Por meio do processo da perspectiva profética, fenômeno segundo o qual acontecimentos extensamente separados cronologicamente, são vistos como se fosse um só bloco, assim como as montanhas vistas de longe, as quais se fundem ante nossos olhos, Jesus falou proféticamente da queda de Jerusalém e destruição do templo (ocorrida 43 anos depois) e da Sua segunda vinda e o fim do mundo.

Os dois acontecimentos são vistos como partes de um todo, e eles o são. São a história do povo de Deus que experimenta vitórias, mas também enfrenta perseguições. São partes da história do povo de Deus chamado todo tempo a viver em prontidão. Igreja que é chamada a viver durante esse período entre os dois eventos: recusando ser desviada, com atenção à preparação pessoal para a volta de Cristo, com paciência na perseguição e pregando o Evangelho do Reino. A ênfase é oferecida através dos verbos escatológicos: acautelai-vos, esperai, vede, perseverai, vigiai, trabalhai!

Que os eventos cataclísmicos não nos perturbem. Que a certeza e a subitaneidade da segunda vinda nos deixem sempre alertas, sempre apercebidos. Que a parousia não nos encontre desprevinidos!

Maranata, ora vem, Senhor Jesus!

Pr. Josué Mello Salgado

terça-feira, 19 de outubro de 2010

A missão cristã no mundo moderno



Alguns enfatizam que a missão cristã é “proclamação verbal” ou “salvar almas”. Outros se concentram em questões de justiça social ou projetos de desenvolvimento. Não podemos fazer ambos?

Nessa obra clássica, John Stott apresenta definições cuidadosas de cinco termos-chave — missão, evangelismo, diálogo, salvação e conversão — e, biblicamente, oferece um modelo de ministério para as necessidades espirituais e físicas das pessoas. Para o autor, a missão cristã é tanto evangelização como ação social.


A Missão Cristã no Mundo Moderno é uma abordagem equilibrada e holística da missão que, a partir do exemplo de Jesus, aponta o caminho para o trabalho da igreja no mundo.

Clique no link para ler a apresentação, prefácio e a introdução do livro:

O autor:
John Stott é Conhecido no mundo inteiro como teólogo, escritor e evangelista, John Stott é autor de mais de quarenta livros, incluindo A Missão Cristã no Mundo Moderno, A Bíblia Toda, o Ano Todo, Por Que Sou Cristão e o campeão de vendas Cristianismo Básico. Ele é pastor emérito da All Souls Church, em Londres, e fundador do London Institute for Contemporary Christianity. Foi indicado pela revista Time como uma das cem personalidades mais influentes do mundo.



(fonte: http://ultimato.com.br/sites/missao-mundo-moderno/o-autor/)

segunda-feira, 18 de outubro de 2010

"Não gosto de política!"

Essa é uma expressão usada por muitos que fundamentam assim a sua postura apolítica, i.e, "que ou aquele que não se interessa por política ou por ela tem aversão" (Dicionário Houaiss). Contudo, a expressão pode ser usada em um outro sentido, que, paradoxal e aparentemente, envolve sim participação, e às vezes até militância política. O significado da expressão depende do sentido da palavra!

Das diversas definições da palavra política duas se destacam: 1) política é a arte de bem governar os povos. "Política denomina a arte ou ciência da organização, direção e administração de nações ou Estados; a aplicação desta arte aos negócios internos da nação (política interna) ou aos negócios externos (política externa). Nos regimes democráticos, a ciência política é a atividade dos cidadãos que se ocupam dos assuntos públicos com seu voto ou com sua militância. A palavra tem origem nos tempos em que os gregos estavam organizados em cidades-estados, chamadas "polis", nome do qual se derivaram palavras como "politiké" (política em geral) e "politikós" (dos cidadãos, pertencente aos cidadãos), que estenderam-se ao latim "politicus" e chegaram às línguas européias modernas através do francês "politique" que, em 1265 já era definida nesse idioma como "ciência do governo dos Estados". O termo política é derivado do grego antigo (politeía), que indicava todos os procedimentos relativos à pólis, ou cidade-estado. Por extensão, poderia significar tanto cidade-estado quanto sociedade, comunidade, coletividade e outras definições referentes à vida urbana" (“Política”, in Wikipédia).

Neste sentido, i.e,.como arte de bem governar, o conceito é positivo e fundamenta a conhecida afirmação aristotélica: "o homem é um animal político." Dessa política eu gosto e procuro "participar" e não tentar ser "apolítico", embora não goste da militância. Vale a pena lembrar que o ex-presidente americano Nixon teria enviado tropas ao Vietnã fundamentado na "maioria silenciosa", i.e., na maioria pretensamente apolítica!

Mas política também pode ser: 2) astúcia, ardil, artifício e esperteza. Há aqueles que fazem política usando de artifícios, manobras, conchavos, lobby, mentira e até usando as leis, encontrando nelas brechas! Infelizmente tal "política" vem sendo usada na sociedade de um modo geral, por vezes nas denominações religiosas e até em igrejas. É dessa política que não gosto, nem jamais gostarei, até porque não tenho tal habilidade nem quero desenvolvê-la. Talvez porque não sou político, mas profeta! O instrumento do político é a habilidade, a astúcia; o do profeta é o "assim diz o Senhor"

Não seria necessário dizer que o crente regenerado tem o dever de não fazer parte da maioria ou minoria silenciosa, mas de participar efetivamente da vida política da cidade, estado e nação, votando e até, se é sua vocação, militando politicamente. Por outro lado, por ser nova criatura, não deveria jamais usar de astúcia, ardil, artifício, esperteza, manobras, conchavos, lobby, mentira e muito menos brechas na lei para astutamente no trato das relações humanas, obter os resultados desejados!

Como crente devo ser um "animal político" participando com o meu voto nos destinos do meu país. Como crente devo rejeitar qualquer ardil para obter os resultados desejados. Afinal jamais os fins justificarão os meios, mesmos que os fins sejam justos!

Nas eleições seja um participante político consciente mas, por favor, não faça política!

Pr. Josué Mello Salgado

domingo, 17 de outubro de 2010

Eleições 2010

Ainda em tempo para o Segundo Turno das eleições, divulgamos o folder elaborado pela Convenção Batista Brasileira para instruir o eleitores a respeito do papel do cristão na participação política nas urnas e além.

Folder Voto

terça-feira, 7 de setembro de 2010

Vamos orar pelo Brasil






“E se o meu povo, que se chama pelo meu nome, se humilhar, e orar, e buscar a minha face e se converter dos seus maus caminhos, então eu ouvirei dos céus, e perdoarei os seus pecados, e sararei a sua terra.” 2Cr.7.14



... pense no Brasil, em nossa gente, em nosso território, nossa diversidade. Pense nas imensas riquezas, na simpatia do povo, nos cenários maravilhosos, na fauna e flora, nas grandes indústrias instaladas aqui, no triunfo dos esportistas e na criatividade, que é um de nossos traços mais marcantes; mas pense também nos abismos sociais, na dificuldade de acesso que muitos ainda tem à educação, à saúde, ao emprego, nas cadeias de corrupção e crime organizado que situações que oprimem o povo.
Ore ao Senhor, nosso Deus, o criador dos céus e da Terra, o único Deus vivo e verdadeiro, para agradecer pelas dádivas que ele derramou sobre nosso país, para louvá-lo por sua mão poderosa, que sustentou a soberania de um povo batalhador e solidário, para clamar pelo seu socorro na luta contra as desigualdades, contra o tráfico de drogas, contra a prostituição infantil e tantas outras mazelas que desafiam as autoridades.(1) Ore ao Senhor para pedir perdão pelos pecados da nação, como a corrupção e a apostasia, e para que ele derrame sobre o povo brasileiro suas bênçãos e o conhecimento do seu Filho, Jesus Cristo, Senhor e Salvador nosso.

Coloque o Brasil na sua lista de oração e agende também o dia 15 de outubro, o Dia Nacional Batista de Oração pelo Brasil *. Vamos nos unir em oração pelo nosso país!



* Acesse o site da CBB: (http://www.batistas.com/index.php?option=com_content&view=article&id=291:um-dia-para-orar-pelo-brasil&catid=17:artigos2&Itemid=42)

(1) O poder da nação que ora. Omar de Souza e Stormie Omartian. Ed.Mundo Cristtão, 2006, p.7 e 36.

segunda-feira, 6 de setembro de 2010

Decálogo do Voto Ético

I. O voto é intransferível e inegociável. Com ele o cristão expressa sua consciência como cidadão. Por isso, o voto precisa refletir a compreensão que o cristão tem de seu País, Estado e Município;

I I. O cristão não deve violar a sua consciência política. Ele não deve negar sua maneira de ver a realidade social, mesmo que um líder da igreja tente conduzir o voto da comunidade noutra direção;

I I I. Os pastores e líderes têm obrigação de orientar os fiéis sobre como votar com ética e com discernimento. No entanto, a bem de sua credibilidade, o pastor evitará transformar o processo de elucidação política num projeto de manipulação e indução político-partidário;

IV. Os líderes evangélicos devem ser lúcidos e democráticos. Portanto, melhor do que indicar em quem a comunidade deve votar é organizar debates multipartidários, nos quais, simultânea ou alternadamente, representantes das correntes partidárias possam ser ouvidos sem preconceitos;

V. A diversidade social, econômica e ideológica que caracteriza a igreja evangélica no Brasil impõe que não sejam conduzidos processos de apoio a candidatos ou partidos dentro da igreja, sob pena de constranger os eleitores (o que é criminoso) e de dividir a comunidade;

VI. Nenhum cristão deve se sentir obrigado a votar em um candidato pelo simples fato de ele se confessar cristão evangélico. Antes disso, os evangélicos devem discernir se os candidatos ditos cristãos são pessoas lúcidas e comprometidos com as causas de justiça e da verdade. E mais: é fundamental que o candidato evangélico queira se eleger para propósitos maiores do que apenas defender os interesses imediatos de um grupo religioso ou de uma denominação evangélica. É óbvio que a igreja tem interesses que passam também pela dimensão político-institucional. Todavia, é mesquinho e pequeno demais pretender eleger alguém apenas para defender interesses restritos às causas temporais da igreja. Um político de fé evangélica tem que ser, sobretudo, um evangélico na política e não apenas um "despachante" de igrejas. Ao defender os direitos universais do homem, a democracia, o estado leigo, entre outras conquistas, o cristão estará defendendo a Igreja.

VII. Os fins não justificam os meios. Portanto, o eleitor cristão não deve jamais aceitar a desculpa de que um evangélico político votou de determinada maneira porque obteve a promessa de que, em assim fazendo, conseguiria alguns benefícios para a igreja, sejam rádios, concessões de TV, terrenos para templos, linhas de crédito bancário, propriedades, tratamento especial perante a lei ou outros "trocos", ainda que menores. Conquanto todos assumamos que nos bastidores da política haja acordos e composições de interesse, não se pode, entretanto, admitir que tais "acertos" impliquem na prostituição da consciência cristã, mesmo que a "recompensa" seja, aparentemente, muito boa para a expansão da causa evangélica. Jesus Cristo não aceitou ganhar os "reinos deste mundo" por quaisquer meios, Ele preferiu o caminho da cruz.

VIII. Os votos para Presidente da República e para cargos majoritários devem, sobretudo, basear-se em programas de governo, e no conjunto das forças partidárias por detrás de tais candidaturas que, no Brasil, são, em extremo, determinantes; não em função de "boatos" do tipo: "O candidato tal é ateu"; ou: "O fulano vai fechar as igrejas"; ou: "O sicrano não vai dar nada para os evangélicos"; ou ainda: "O beltrano é bom porque dará muito para os evangélicos". É bom saber que a Constituição do país não dá a quem quer que seja o poder de limitar a liberdade religiosa de qualquer grupo. Além disso, é válido observar que aqueles que espalham tais boatos, quase sempre, têm a intenção de induzir os votos dos eleitores assustados e impressionados, na direção de um candidato com o qual estejam comprometidos.

IX. Sempre que um eleitor evangélico estiver diante de um impasse do tipo: "o candidato evangélico é ótimo, mas seu partido não é o que eu gosto", é compreensível que dê um "voto de confiança" a esse irmão na fé, desde que ele tenha as qualificações para o cargo. Entretanto, é de bom alvitre considerar que ninguém atua sozinho, por melhor que seja o irmão, em questão, ele dificilmente transcenderá a agremiação política de que é membro, ou as forças políticas que o apoiem.

X. Nenhum eleitor evangélico deve se sentir culpado por ter opinião política diferente da de seu pastor ou líder espiritual. O pastor deve ser obedecido em tudo aquilo que ensina sobre a Palavra de Deus, de acordo com ela. No entanto, no âmbito político-partidário, a opinião do pastor deve ser ouvida apenas como a palavra de um cidadão, e não como uma profecia divina.
- Aliança Evangélica Brasileira -

Aquisições do mês de agosto



No mês de agosto disponibilizamos também livros da Literatura Universal doados a nossa biblioteca.


Confira!





ADEYEMO, Tokunboh. Comentário Bíblico Africano. 1ª. São Paulo - SP: Mundo Cristão - SP, 2010. 1625 p. ISBN 978-85-7325-554-6.

ALEXANDER, T. Desmond. Do Paraíso à Terra Prometida: Uma introdução aos temas principais do Pentetêuco. São Paulo - SP: Shedd Publicações, 2010. 224p. ISBN 978-85-88315-97-6.

ARENS, Eduardo. Ásia Menor nos tempos de Paulo, Lucas e João: Aspectos sociais e econômicos para a compreensão do Novo Testamento. São Paulo - SP: Paulus, 1997. 209p. (Coleção Biblioteca de estudos bíblicos). ISBN 978-85-349-0977-8.

AULÉN, Gustaf. A Fé Cristã. São Paulo - SP: Aste - SP, 2002. 371p. ISBN 85-87565-07-09.

BARCLAY, Oliver. Mente Cristã. São Paulo - SP: Cultura Cristã - SP, 2010. 136p.

BOA, Kenneth. O líder perfeito: Os traços da liderança de Deus. São Paulo - SP: Editora Vida, 2007. 285p. ISBN 978-85-7367-998-4.

BRIDGES, Jerry. A vida frutífera: o transbordamento do amor de Deus por seu intermédio. São Paulo - SP: Cultura Cristã - SP, 2010. 143p. ISBN 978-85-7622-300-9.

BROWN, Crystal. Dia a dia com os anjinhos. São Paulo - SP: Mundo Cristão - SP, 2009. 183p. ISBN 978-85-7325-575-1.

CARSON, D. A. Igreja Emergente: O movimento e suas implicações. São Paulo - SP: Vida Nova - SP, 2010. 288p.

CAZELLES, Henri. História Política de Israel: desde as origens até Alexandre Magno. São Paulo - SP: Paulus, 1986. (Coleção Biblioteca de estudos bíblicos). ISBN 978-85-349-0218-2.

CHAN, Francis. O Deus Esquecido: Revertendo nossa trágica negligência para com o Espírito Santo. São Paulo - SP: Mundo Cristão, 2010. 143p. ISBN 978-85-7325-613-0.

CHESTERTON, G. K. O Homen Eterno. Tradução de Almiro Pisetta. 1ª. São Paulo - SP: Mundo Cristão - SP, 2010. 305 p. ISBN 978-85-7325-590-4.

CLEMENTS, R.E. O mundo do antigo Israel: perspectivas sociológicas, antropológicas e políticas. São Paulo - SP: Paulus, 1995. 416p. (Bíblia e Sociologia). ISBN 85-349-0113-9.

CRISÓSTOMO, São João. Comentário às Cartas de São Paulo/1: Homilias sobre a Carta aos Romanos, Comentários sobre a carta aos Gálatas, Homilias sobre a Carta aos Efésios. São Paulo - SP: Paulus, 2010. 920p. (Patrística). ISBN 978-85-349-2991-2.

DOOYEWEERD, Herman. No crepúsculo do pensamento: Estudos sobre a pretensa autonomia do pensamento filosófico. São Paulo - SP: Hagnos, 2010. 301p. ISBN 978-85-7742-067-4.

ELLIOTT, Neil. Libertando Paulo: A justiça de Deus e a política do apóstolo. São Paulo - SP: Paulus, 1998. 351p. (Coleção Biblioteca de estudos bíblicos). ISBN 85-349-0976-8.

ELLUL, Jacques. Anarquia e Cristianismo. São Paulo - SP: Garimpo Editorial, 2010. 126p. ISBN 978-85-62877-15-5.

FASSONI, Klênia; DIAS, Lisânder; PEREIRA, Welinton. Uma criança os guiará: Por uma teologia da criança. 1ª.Viçosa - MG: Ultimato, 2010. 276 p. ISBN 978-85-7779-038-8.

FERNANDES, Leonardo Agostini. A Bíblia e sua Mensagem: introdução à leitura e ao estudo da bíblia. Rio de Janeiro - RJ: Editora PUC RIo, 2010. 223p. ISBN 978-85-87926-91-3.

GALLI, Fernando. Das Trevas para a Luz. Jaboticabal - SP: Gráfica Sta Terezinha. 175p.

GEISLER, Norman L. Teologia Sistemática. Tradução de Marcelo Gonçalves, Luís Aron de Macedo. 1ª. Rio de Janeiro - RJ: CPAD - RJ, 2010. 2 v. ISBN 978-85-263-0980-7.

GILSON, Étienne. Por que São Tomás de Aquino criticou Santo Agostinho / Avicena e o ponto de partida de Duns Escoto. São Paulo - SP: Paulus, 2010. (Coleção Filosofia). ISBN 978-85-349-3164-9.

GOTTWALD, Norman K. As Tribos de Iaweh: Uma Sociologia da Religião de Israel Liberto 1250-1050 a.C. Tradução de Anacleto Alvarez. 2ª. São Paulo - SP: Paulus, 2004. 932 p. ISBN 85-349-2233-0.

GRUDEM, Wayne. Entenda a fé cristã: um guia prático e acessível com 20 questões que todo cristão precisa conhecer. São Paulo - SP: Vida Nova - SP, 2010. 191p. ISBN 978-85-275-0436-2.

GRÜN, Anselm. Estabelecer limites - Respeitar limites: segredos para relações interpessoais bem-sucedidas. Petrópolis - RJ: Vozes, 2007. 197p. ISBN 978-85-326-3398-9.

GUNDRY, Stanley. Perspectivas sobre a Santificação. São Paulo - SP: Vida - SP, 2006. 271p. (Coleção Debates Teológicos). ISBN 85-7367-815-1.

HARRIS, Alex. Radicalize: um desafio para fazer diferença na adolescência. São Paulo - SP: Mundo Cristão - SP, 2010. 207p. ISBN 978-85-7325-610-9.

HINZE, Bradford E. Herdeiros de Abraão: o futuro das relações entre muçulmanos, judeus e cristãos. São Paulo - SP: Paulus, 2007. 192p. ISBN 978-85-349-2673-7.

HORTON, Michael S. O Deus da Promessa: introdução à Teologia da Aliança. Santo André - São Paulo: Cultura Cristã - SP, 2010. 160p. ISBN 978-85-7622-307-8.

HOUGHTON, John. Deus joga dados?: Um esboço da história do Universo. Tradução de Paulo Zacarias. 1ª. São Paulo - SP: Hagnos, 2004. 151 p. ISBN 85-89320-55-3.

HUBBARD JR., Robert L. Comentário do Antigo Testamento: Rute. São Paulo - SP: Cultura Cristã - SP, 2008. 382p. ISBN 978-87-7622-045-8.

HUNT, Dave. Contagem regressiva para a volta de Jesus: Acontecimentos atuais que preparam o palco do maior evento futuro. Porto Alegre, RS: Actual, 2009. 95p. ISBN 85-7720-036-8.

HYBELS, Bill. Axiomas: máximas da Liderança corajosa. Tradução de Jorge Camargo. 1ª. São Paulo - SP: Vida - SP, 2009. 263 p. ISBN 978-85-383-0122-6.

IDLE, Molly Schaar. Boa noite, Noé: o alfabeto da Arca. São Paulo - SP: Mundo Cristão - SP, 2009. 30p. ISBN 978-85-7325-597-3.

IRVING, Dale T. História do Movimento Cristão Mundial: Do Cristianismo primitivo a 1453. São Paulo - SP: Paulus, 2004. 643p. ISBN 85-349-2196-2.

KEENER, Craig S. Comentário Bíblico Atos: Novo Testamento. Tradução de José Gabriel Said. 1ª. Belo Horizonte - MG: Atos Ltda., 2004. 863 p. ISBN 85-7607-035-9.

KIPPENBERG, Hans G. Religião e formação de classes na antiga Judéia: estudo sociorreligioso sobre a relação entre tradição e evolução social. São Paulo - SP: Paulinas - SP, 1988. 173p. (Bíblia e Sociologia; v. 4). ISBN 85-05-00679-8.

KISTEMAKER, Simon J. Comentário do Novo Testamento, Exposição de Hebreus. São Paulo - SP: Cultura Cristã - SP, 2003. 639p. (Comentário do Novo Testamento). ISBN 85-86886-69-6.

LAS CASAS, Bartolomeu de (Frei). Libertdade e Justiça para os povos da América: Oito tratados impressos em Sevilha em 1552: Obras completas. São Paulo - SP: Paulus, 2010. 601p. ISBN 978-85-349-3184-7.

LUDOVICO, Isabelle. O resgate do feminino: a força da sensibilidade e ternura em homens e mulheres. São Paulo - SP: Mundo Cristão - SP, 2010. 252p. ISBN 978-85-7325-486-0.

MACARTHUR, John et al. Avante, Soldados de Cristo: Uma reafirmação bíblica da Igreja. São Paulo - SP: Cultura Cristã - SP, 2010. 191p. ISBN 978-85-7622-298-9.

MACARTHUR, John. A outra face: descubra o lado questionador, crítico, impetuoso e revolucionário de Jesus Cristo. Rio de Janeiro - RJ: Thomas Nelson Brasil, 2010. 271p. ISBN 978-85-7860-042-6.

MACHADO, Jonas. O Misticismo Apocalíptico do Apóstolo Paulo: Un novo olhar nas Cartas aos Coríntios na perspectiva da experiência religiosa. São Paulo - SP: Paulus, 2009. 294p. ISBN 978-85-349-3089-5.

MATUSZAK E SHELDON. Os insetos no palácio do faraó. São Paulo - SP: Vida - SP, 2005. 35p. ISBN 85-7367-934-4.

MCGRATH, Alister. A vida de João Calvino. São Paulo - SP: Cultura Cristã - SP, 2004. 359p. ISBN 85-7622-029-6.

MENEZES, Antonio Carlos Fonseca. Evangelismo e despertamento espiritual. 2a. São Paulo - SP: Mensagem Editora, 2009. 144p. ISBN 85-903397-1-8.

NOLAND, Rory. O Coração do Artista: construindo o caráter do artista cristão. São Paulo - SP: W4Editora, 2009. 283p. ISBN 85-87086-18-9.

NOLAND. RORY. A vida do artista: Esperanças nas relações entre o artista e a Igreja. Tradução de Jorge Camargo. São Paulo - SP: W4 Endonet Comunicação, 2009. 224 p. ISBN 13958-85-87086-28-0.
O'CONNOR, Jerome Murphy. Paulo de Tarso - História de um Apóstolo. 2a. São Paulo - SP: Loyola - SP, 2008. 278p. ISBN 978-85-15-03329-4.

PARK, Tamara. Encontros Sagrados: de Roma a Jerusalém. São Paulo - SP: Garimpo, 2010. 330p. ISBN 978-85-62877-12-4.

PEARLMAN, Myer. Conhecendo as doutrinas da Bíblia. 3a. São Paulo - SP: Editora Vida, 2009. 409p. ISBN 97-85-7367-144-5.

PRATT JR., Richard L. 1 e 2 Crônicas. Tradução de Neuza Batista da Silva. 1ª. São Paulo - SP: Cultura Cristã - SP, 2008. 704 p. (Comentários do Antigo Testamento). ISBN 978-85-7622-044-x.

PRIETO, Christine. Cristianismo e Paganismo: a pregação do evangelho no mundo greco-romano. São Paulo - SP: Paulus, 2007. 133p. (Coleção Bíblia e Sociologia). ISBN 978-85-349-2785-7.


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ROST, Leonard. Introdução aos Livros pócrifos e Pseudepígrafos: Do Antigo Testamento e aos Manuscritos de Qumran. 3a. São Paulo - SP: Paulus, 2004. 207p. (Nova Coleção Bíblica). ISBN 85-349-2122-9.

SANDERS, Ed Parish. Paulo, a Lei e o Povo Judeu. São Paulo - SP: Paulus, 2009. 279p. ISBN 978-85-98481-24-1.

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TUCKER, Ruth A. Missões até os confins da Terra: uma história biográfica. São Paulo - SP: Shedd Publicações, 2010. 622p. ISBN 978-85-88315-96-9.


TÜNNERMANN, Rudi. As reformas de Neemias: A reconstrução de Jerusalém e a reorganização de Judá no período Persa. São Paulo - SP: Paulus, 2001. 210p. (Coleção Teses e Dissertações; v. 17). ISBN 85-233-0657-9.

VAN TIL, Henry R. O conceito calvinista de cultura. São Paulo - SP: Cultura Cristã - SP, 2010. 303p. ISBN 978-85-7622-308-5.

VISCHER, Phil. Sidney e Norman: Um conto sobre dois porcos. São Paulo - SP: Hagnos, 2009. 46p. ISBN 978-85-243-0396-8.

WAND, J. W. C. História da Igreja Primitiva, até o ano 500. São Paulo - SP: Editora Custom, 2004. 328p. ISBN 85-89818-05-5.

WRIGHT, R. K. McGregor. A Soberania Banida: Redenção para a cultura pós-moderna. 2a. São Paulo - SP: Cultura Cristã - SP, 2007. 256p. ISBN 85-7622-166-7.

BÍBLIA d'Os Vegetais . São Paulo - SP: Editora Vida, 2009. 255p. ISBN 978-85-383-0135-6.


Literatura Universal

ALENCAR, José de. O Guarani. 1ª. São Paulo - SP: Círculo do Livro - SP, s/d. 346 p. (Grandes da Literatura Brasileira).

ALMEIDA, José Américo de. A Bagaceira. 1ª. São Paulo - SP: Círculo do Livro - SP, s/d. 224 p.

ALMEIDA, Manuel Antônio de. Memórias de um sargento de milícias. 1ª. São Paulo - SP: Círculo do Livro - SP, s/d. 220 p. (Grandes da Literatura Brasileira).

ANDRADE, Mário de. Macunaíma: o herói sem nenhum caráter. São Paulo - SP: Círculo do Livro - SP, s/dt. 203p.

ANDRADE, Oswald de. Serafim Ponte Grande. 1ª. São Paulo - SP: Círculo do Livro - SP, s/d. 195 p.

AZEVEDO, Aluísio. O Cortiço. 1ª. São Paulo - SP: Círculo do Livro - SP, s/d. 236 p. (Grandes da Literatura Brasileira).

CERVANTES, Miguel de. Dom Quixote de la Mancha. Tradução de Viscondes de Castilho e Azevedo. 1ª. São Paulo - SP: Nova Cultural Ltda., 2002. 686 p. ISBN 85-13-01127-4.

COELHO NETTO, Henrique Maximiliano. Obra Seleta. 1ª. Rio de Janeiro - RJ: Nova Aguilar, 1958. 1446 p. (Biblioteca Luso-Brasileira).

CUNHA, Euclides da. Os Sertões. 1ª. São Paulo - SP: Círculo do Livro - SP, s/d. 496 p. (Grandes da Literatura Brasileira).

LIMA BARRETO, Afonso Henriques de. Recordações do escrivão Isaías Caminha. 1ª. São Paulo - SP: Círculo do Livro - SP, s/d. 195 p. (Grandes da Literatura Brasileira).

LISPECTOR, Clarice. Perto do Coração Selvagem. 1ª. São Paulo - SP: Círculo do Livro - SP, s/d. 207 p. (Grandes da Literatura Brasileira).

MACEDO, Joaquim Manuel de. A Moreninha. São Paulo - SP: Círculo do Livro - SP, s/dt. 172p. (Grandes da Literatura Brasileira).

MACHADO DE ASSIS, Joaquim Maria. Dom Casmurro. 1ª. São Paulo - SP: Círculo do Livro - SP, s/d. 219 p. (Grandes da Literatura Brasileira).

MACHADO DE ASSIS, Joaquim Maria; COUTINHO, Afrânio (Org.). Obra completa. 1ª. Rio de Janeiro - RJ: Nova Aguilar, 1979. 3 v. (Biblioteca Luso-Brasileira).

MACHIAVELLI, Niccolo. A Mandrágora. Tradução de Mário da Silva. 1ª. São Paulo - SP: Abril Cultural, 1976. 156 p. (Teatro Vivo).

POMPÉIA, Raul. O Ateneu. 1ª. São Paulo - SP: Juerp - RJ, s/d. 216 p. (Grandes da Literatura Brasileira).

QUEIROZ, Rachel de. O Quinze. 1ª. São Paulo - SP: Círculo do Livro - SP, s/d. 161 p. (Grandes da Literatura Brasileira).

RAMOS, Graciliano. Angústia. 1ª. São Paulo - SP: Círculo do Livro - SP, s/d. 210 p. (Grandes da Literatura Brasileira).

REGO, José Lins do. Ficção Completa. 1ª. Rio de Janeiro - RJ: Nova Aguilar, 1976. 2 v. (Biblioteca Luso-Brasileira).

REGO, José Lins do. Fogo Morto. São Paulo - SP: Círculo do Livro - SP, s/dt. 282p. (Grandes da Literatura Brasileira).

RIBEIRO, Júlio. A Carne. 1ª. São Paulo - SP: Círculo do Livro - SP, s/d. 170 p.

SÓFOCLES. Édipo Rei. Tradução de Geir Campos. 1ª. São Paulo - SP: Abril Cultural, 1976. 106 p. (Teatro Vivo).

TCHEKOV, Anton. As Três Irmãs. Tradução de Maria Jacintha. 1ª. São Paulo - SP: Abril Cultural, 1976. 157 p.

TELLES, Lygia Fagundes. A Disciplina do Amor. 1ª. São Paulo - SP: Círculo do Livro - SP, s/d. 159 p. (Grandes da Literatura Brasileira).

VERÍSSIMO, Érico. Música ao longe. 1ª. São Paulo - SP: Círculo do Livro - SP, s/d. 244 p. (Grandes da Literatura Brasileira).

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sábado, 21 de agosto de 2010

Fidelidade Financeira



“Trazei todos os dízimos à casa do tesouro, para que haja mantimento na minha casa, e depois fazei prova de mim nisto, diz o Senhor dos Exércitos, se eu não vos abrir as janelas do céu, e não derramar sobre vós uma bênção tal até que não haja lugar suficiente para a recolherdes.” (Ml.3.10)

A ênfase para o mês de agosto é fidelidade financeira. Esse tema nos leva à reflexão sobre o dízimo, palavra que significa a décima parte de alguma coisa:
- do Grego: Dexatem: a décima parte de alguma coisa, ou
- do Latim: Decimare: dez por cento de um valor.

De acordo com o autor Ivonildo Teixeira*, a palavra “Dízimo” tem sua origem no livro “Tora”. Embora a primeira alusão ao dízimo tenha sido em Gn.2.17, a palavra aparece pela primeira vez em Gn.14.20:
“E bendito seja o Deus Altíssimo, que entregou os teus inimigos nas tuas mãos. E Abrão deu-lhe o dízimo de tudo.”
A primeira vez que a palavra dízimo aparece no Novo Testamento é em Mt.23.23:
Ai de vós, escribas e fariseus, hipócritas! pois que dizimais a hortelã, o endro e o cominho, e desprezais o mais importante da lei, o juízo, a misericórdia e a fé; deveis, porém, fazer estas coisas, e não omitir aquelas.”

“Entregar o dízimo não significa comprar favores de Deus, mas é reconhecer seu poder pelas suas dádivas àqueles que o servem neste mundo. Nós, cristãos, somos mordomos dos bens que Ele nos tem dado e nos resta, tão somente, administrar esses bens, entregando a Ele o que lhe é devido. A prática da entrega do dízimo deve ser espontânea e livre de qualquer tipo de pressão.”
(Cabral, 2003, p. 132)

Para você aprofundar seu conhecimento e reflexão sobre o assunto, sugerimos a leitura ou consulta às seguintes obras:
Cabral, Elienai. Mordomia Cristã. CPAD, 2003. Capítulo 10, p.131.
Lima, Paulo César. Dizimista, Eu?! CPAD, 2000.
Oliviera, Paulo José F. Desmistificando o Dízimo.ABU Editora, 2ª. ed. 2005.
Teixeira, Ivonildo. Finanças com Propósito. Ed. Atos, 2004. Capítulo 7, pg. 89.

sexta-feira, 20 de agosto de 2010

Vencedores do Prêmio Areté 2010

BRABO E EUDES MARTINS LEVAM ARETÉ

SBB, Mundo Cristão e Vida foram grandes vencedoras


Por: Celso de Carvalho - Redação Creio


Paulo Brabo e Eudes Martins foram os grandes vencedores do Prêmio Areté 2010, realizado nesta quinta-feira, dia 19 de agosto, durante a 21ª Bienal Internacional do Livro de São Paulo. Sociedade Bíblica do Brasil, Mundo Cristão e Vida foram às editoras mais premiadas no evento que reuniu cerca de 150 pessoas.

Promovido pela Asec (Associação dos Editores Cristãos) a edição 2010 recebeu 400 inscrições que concorreram em 30 categorias. Coube a um júri de 170 participantes escolher os vencedores. Durante a solenidade Rosely Boschini, presidente da Câmara Brasileira do Livro (CBL), destacou sucesso do livro cristão. “È uma honra ter esta premiação dentro da Bienal e mostra a parceria na revisão e modernização do Direito Autoral”, disse. Durante a noite de gala foi entregue uma doação de mil livros a ONG Makanudos.

Entre os vencedores não houve muitas surpresas. Na categoria Casamento/ autor Nacional, o grande vencedor foi o livro Feito para Durar, de Ricardo Agreste publicado pela Socep. “Fico feliz por ter conquistado este título. Esta obra é fruto da minha vida conjugal. Nossa família foi premiada”, comemorou.

Com sete troféus Areté nas categorias Apologética, Biografia, Estudo Bíblico, Evangelização/Estrangeiro, Teologia Doutrina, Vida Cristã Aplicada, Educação Teológica, Sérgio Henrique da Editora Vida também destacou as conquistas. “Mostra nosso compromisso com autor nacional. È um trabalho de amor e paixão pela Palavra”, repetiu.

Paulo Debbs, autor que concorreu na categoria Autor Infantil/Nacional por duas editoras diferentes vencendo com a obra O Pequeno Peregrino, defendeu seu compromisso no desenvolvimento de obras que valorizem a cultura cristã. “É uma vitória para literatura infantil, tento apresentar projeto de alto nível. As nossas crianças merecem”, falou.

Nas categorias especiais, Paulo Brabo ganhou título de autor revelação por conta de ser trabalho em Bacia das Almas e Em 6 passos o que Jesus faria. Ele ainda foi premiado como Livro do Ano. Eudes Martins da Sociedade Bíblica do Brasil foi escolhido pela Asec como personalidade literária. “ É o prêmio mais importante da área do livro. Fico lisonjeado jamais imaginei que aconteceria comigo”, finalizou.

ACONSELHAMENTO

E agora o que fazer - Jamiel Lopes (CPAD)



APOLOGÉTICA

Em busca de uma bioética global - Raul Marino Jr. (HAGNOS)



APOLOGÉTICA/ ESTRANGEIRO

A fé em tempos pós-modernos Charles Colson (Vida)



AUTO AJUDA/NACIONAL

Salvos da perfeição - Elienai Cabral Jr. (Ultimato)



AUTO AJUDA/ESTRANGEIRO

Como lidar com a sogra - Gary Chapman (Mundo Cristão)



BÍBLIA NACIONAL

Bíblia Ilustrada Talita -Josiane Faria (Geográfica)



BIBLIA/ESTRANGEIRO

A Bíblia do Pregador (SBB)



BIOGRAFIA/NACIONAL

Henri Nouwen de A a Z - Ricardo Bitun (Vida)



BIOGRAFIA/ESTRANGEIRO

O Diário de John Wesley - John Wesley (Arte Editorial)



CASAMENTO/ESTRANGEIRO

Seja o líder que a sua família precisa - Stephen Adei (CPAD)



CASAMENTO/NACIONAL

Feito para Durar - Ricardo Agreste (Socep)



COMENTÁRIO/NACIONAL

Tito e Filemon - Hernandes Dias Lopes (Hagnos)



COMENTÁRIO/ESTRANGEIRO

Comentário Bíblico Vida Nova - D. A. Carson, R. T. France, J. A. Motyer e G. J. Wenham (Vida Nova)


CONTOS E CRÔNICAS

A Bacia das Almas - Paulo Brabo (Mundo Cristão)


CURRÍCULO EBD INFANTIL

Kit Cordeirinhos de Jesus - Ana Daise M. Souza e Ana Paula M. M. de S. Aleixo (Central Gospel)



CURRÍCULO EBD ADULTO

Respostas bíblicas perguntas intrigantes - José Humberto e André Lima (Cristã Evangélica)



DEVOCIONAL/NACIONAL

Orando em Família 2010 (Encontro)



DEVOCIONAL/ESTRANGEIRO

Um mês para viver - Kerry e Cris Shook (Mundo Cristão)



EDUCAÇÃO CRISTÃ

Vamos construir o templo de Salomão - André Daniel Reinke (Hagnos)



EDUCAÇÃO CRISTÃ/ESTRANGEIRO

Educação que é cristã - Lois E. Lebar (CPAD)



EDUCAÇÃO CRISTÃ INFANTO JUVENIL/NACIONAL

O livro Superlegal – Detetive Júnior - André de Souza Lima e Amanda V. G. Alves (Cristã Evangélica)



EDUCAÇÃO CRISTÃ INFANTIL JUVENIL- ESTRANGEIRO

Como Criar Filhos com princípios - Gary Ezzo, Anne Marie Ezzo, Diane Wiggins (UDH)



ESTUDO BÍBLICO/ESTRANGEIRO

Princípios de relacionamento de Jesus - Tom Holladay (Vida)



ESTUDO BÍBLICO/NACIONAL

Davi (CPAD)



EVANGELIZAÇÃO/NACIONAL

Teologia e prática de métodos evangelísticos - Anselmo Ernesto Graff (Concórdia)



EVANGELIZAÇÃO/ESTRANGEIRO

A Igreja na cultura emergente - Leonard Sweet (Vida)



INFANTIL/ESTRANGEIRO

A grande barca de Noé (SBB)



INFANTIL/NACIONAL

O pequeno peregrino - Paulo Debs (Mundo Cristão)



INFANTO JUVENIL

Dois dedos de conversa - Josiane Farina (Geográfica)



INSPIRAÇÃO/ESTRANGEIRO

Louco Amor - Francis Chan (Mundo Cristão)



INSPIRAÇÃO/NACIONAL

O livro do som do céu - Carlinhos Veiga e Rick Szuecs (Palavra)



MINISTÉRIO PASTORAL

Arte e ofício da pregação bíblica - Haddon Robinson Craig Larson (Shedd)



LIDERANÇA/NACIONAL

50 segredos para o líder - Josué Campanhã (Hagnos)



LIDERANÇA/ESTRANGEIRO

Fazendo toda a diferença - Benjamin Wong (Igreja em Células)



MISSÃO NACIONAL

De todos os povos - Jairo de Oliveira (Descoberta)



MISSÃO/ESTRANGEIRO

Perspectivas no movimento cristão mundial - Ralph D. Winter, Steven C. Hawthorne e Kevin D. Bardford (Vida Nova)



MULTIMÍDIA/NACIONAL

Bíblia Completa em áudio (SBB)



MULTIMIDIA/ESTRANGEIRO

Biblioteca Digital Esperança (SBB)



REFERÊNCIA

Manual Bíblico SBB (SBB)



TEOLOGIA E DOUTRINA/NACIONAL

Calvino: O potencial revolucionário de um pensamento - Armando Silvestre (Vida)



TEOLOGIA E DOUTRINA/ESTRANGEIRO

Teologia de Antigo Testamento - Eugene Merrill (Shedd)



VIDA CRISTÃ APLICADA/NACIONAL

Em 6 Passos o que Jesus Faria - Paulo Brabo (Garimpo)



VIDA CRISTÃ APLICADA/ESTRANGEIRO

Jesus quer salvar os cristãos - Rob Bell (Vida)



EDUCAÇÃO TEOLÓGICA

Fundamentos do grego bíblico - William D. Mounce (Vida)



VEÍCULO DE MÍDIA

Revista Ultimato



PRÊMIOS ESPECIAIS

Personalidade Literária: Eudes Martins, SBB

Livro do ano: A Bacia das Almas