quinta-feira, 12 de setembro de 2013
Curso de extensão: Aconselhamento Familiar
sábado, 14 de maio de 2011
Doenças da família moderna

"Amem uns aos outros com o amor de irmãos em Cristo e se esforcem para tratar uns aos outros com respeito."
(Romanos 12:10. N.T. Linguagem de Hoje)
No livro Doenças da Família Moderna, Paschoal Piragine Júnior, pastor da Primeira Igreja Batista de Curitiba, revela que a falta de amor pode desencadear inúmeras doenças.
O autor aborda com muita propriedade algumas das doenças que mais frequentemente atacam as famílias tais como desnutrição afetiva, egoísmo isolacionista, falta de comunicação ou Síndrome do Pensamento Acelerado, entre outras. A linguagem simples e direta também demonstra plena compreensão das situações cotidianas que transformam problemas corriqueiros em verdadeiros cavalos de batalha. Inteligentemente ele faz uma analogia entre as doenças da mente e do coração com doenças físicas muito conhecidas.
Em um texto leve, o autor descreve essas doenças e confirma que todos eles começam com a falta de amor. No final de cada capítulo pastor Paschoal Piragine Júnior traz ferramentas para serem colocadas em prática entre as famílias.
“A desnutrição afetiva, talvez, seja a mais óbvia delas, uma vez que nós, seres humanos, nos alimentamos de amor, afeto e atenção. A privação contínua do amor nos torna secos, irritadiços, mal humorados, frustrados, tristes, decepcionados e decepcionantes e essa situação se reflete na família. É como costumam dizer: quando um membro da família se corta, todos sangram”.
Na obra, Piragine Jr. analisa de forma prática e contextualizada as pequenas atitudes que destroem a convivência entre as pessoas que verdadeiramente se amam. Ele mostra como a falta de amor, comunicação e perdão, além do egoísmo, podem desencadear inúmeras doenças não só da alma, mas também para o corpo.
Pensado em 2008 e retomado apenas em 2010, o livro é uma resposta a pesquisas que revelam o aumento de 200% no número de divórcios entre os anos de 1984 e 2007. E mais: 71,7% dos pedidos de separação partiram das mulheres.
“A convivência diária com famílias doentes, desesperançadas e se desfazendo, porque os componentes da família não se conhecem, levou-me a pensar sobre o tema. Quando temos um diagnóstico é mais fácil corrermos atrás de solução, buscarmos a cura”, analisa Piragine.
Paschoal Piragine Júnior é doutor em "Ministérios" pela Faculdade Teológica Sul Americana de Londrina, é pastor da Primeira Igreja Batista de Curitiba e presidente da Convenção Batista Brasileira (CBB) para o biênio 2011-2012, sucedendo no cargo o pastor Josué Mello Salgado.
(fontes: A.D. Santos Editora, www.batistas.com)
sexta-feira, 6 de maio de 2011
Famílias Fortes

“Com a sabedoria edifica-se a casa, e com a inteligência ela se firma; pelo conhecimento se encherão as câmaras de toda sorte de bens, preciosos e deleitáveis.” (Pv. 24:3,4)
O que faz uma família forte? De acordo com Charles W. Swindoll, famílias fortes:
= são comprometidas com a família,
= gastam tempo juntas,
= têm boa comunicação familiar,
= expressam apreciação um ao outro,
= tem um compromisso espiritual,
= são capazes de resolver os problemas nas crises.
(Swindoll, 20002, p.14)
Como Construir uma Família Forte?
Ao redor do mundo, as pessoa fazem esta mesma pergunta todos os dias. Mas o que é preciso para respondê-la? A verdadeira família não é apenas um conjunto de marido, mulher e filhos; é bem mais do que isso. A formação de uma estrutura familiar depende, e muito, de como seus membros estão integrados, de como o companheirismo é valorizado e praticado.
Em sua obra, Charles Swindoll busca restaurar esta estrutura tão importante para os dias de hoje, onde os contantes conflitos que atingem a sociedade deixam, cada vez mais, as pessoas fragilizadas, precisando de apoio e proteção. O refúgio no laço familiar pode ser a salvação que muitos precisam. E uma família enraizada na Palavra de Deus é sempre a melhor escolha.
Ovelhas desgarradas são presas fáceis para o lobo
Swindoll nos mostra como construir um relacionamento ainda mais intenso dentro das famílias. Aprofundando-se em questionamentos e grandes aflições que abalam a ordem familiar atual, através de interessantes e práticos exemplos, o autor aponta as saídas para quem se vê cercado pelos mais variados e constantes problemas.
Lidar com o crescimento dos filhos, briga entre irmãos, problemas financeiros, queda de afetividade, divórcio; não importa a dificuldade. A contrução de um lar com amor, onde existe respeito mútuo e a valorização máxima dos princípios de Deus, nos bons ou maus momentos, é o segredo para se criar uma família unida e que acima de tudo, permanece unida. (contracapa)
Conheça essa obra de C. Swindoll: ”Família Forte – Cultivando a sabedoria na vida familiar”. Ed. Atos, 2002.
segunda-feira, 2 de maio de 2011
Os dez mandamentos da Família

"Os 10 Mandamentos da Família", de Adrian Rogers (Ed. Eclesia, 2000), apresenta uma alternativa bíblica às pressões que valores distorcidos exercem sobre a família cristã; propõe ao leitor uma reflexão atual sobre os dez mandamentos bíblicos como uma referência para uma vida familiar com liberdade, fé consistente e relacionamentos de amor conforme o padrão de Deus.
Sinopse: Pergunte a um casal cristão realmente comprometido com o Evangelho qual é o seu mais importante projeto de vida. A resposta dificilmente será outra: estabelecer uma família unida em amor e vitoriosa no temor de Deus, que conheça a Palavra da verdade e tenha Jesus Cristo como Senhor e Salvador. Mas como manter em seu lar uma vida de comunhão? O que fazer para garantir àqueles que você ama uma fé sólida e uma convivência amorosa?
Em Os 10 Mandamentos de Família, o pastor Adrian Rogers revela que o segredo está na aplicação dos princípios do Decálogo - não no cumprimento rígido e automático de leis, mas na descoberta do significado mais profundo das ordens dadas pelo Senhor no Monte Sinai. O autor mostra a atualidade e o valor dos dez Mandamentos nos relacionamentos familiares e propõe uma avaliação freqüente de nossas atitudes no lar a partir dos parâmetros estabelecidos por Deus para todos os povos, em todos os tempos.
Sumário do livro:
. Prefácio
1. Não se faz um lar sem Deus
2. Um Deus por Família
3. Aprendendo a cultuar Deus em família
4. O nome sobre todo o nome
5. Fazendo do dia do descanso o melhor de todos os dias
6. Será que a família foi "detonada"?
7. Famílias que optam pela vida
8. O segredo de um casamento maravilhoso
9. Honestidade: não saia de casa sem ela
10. A verdade ou as consequências
11. O segredo da satisfação
12. Uma palavra de incentivo
-=-=-=-=-=-=-=-=-=-=-=-=-=-=- Leia a Bíblia -=-=-=-=-=-=-=-=-=-=-=-=-=-=-=-=-=-=-=-=-=
sábado, 12 de fevereiro de 2011
O Mito da Família Perfeita

Um bom começo é pensarmos na família.
Em “O Mito da Família Perfeita” (Hagnos, 2010), Israel Belo de Azevedo*, como ele diz em seu prólogo, quer desafiar aos que estão satisfeitos com a sua família a não ficarem satisfeitos e quer desafiar aos que estão insatisfeitos a não desistirem dela. (p.12)
Leia o primeiro capítulo do livro no endereço: http://hagnos.com.br/pdf/9788563563040.pdf
* Israel Belo de Azevedo: Atualmente é pastor da Igreja Batista Itacuruçá, RJ.
Graduado em Comunicação pela UFRJ, graduado em Teologia pelo Seminário Teológico Batista do Sul do Brasil, possui especialização em História pela Univ. Federal Fluminense, mestrado em Teologia pelo Seminário Teológico Batista do Sul do Brasil, doutorado em Filosofia pela Univ. Gama Filho. Tem mais de 20 livros publicados.
}} Conheça algumas outras obras que tratam do tema “relacionamentos”:
- Um por todos e todos por um.
Gene Getz
Editora Palavra, 2000
“Como a igreja pode se tornar um corpo de cristãos amadurecidos refletindo o fruto do Espírito?
A resposta está clara na escritura: eles devem andar e viver no Espírito, praticando a admoestação, a dedicação, a aceitação e a honradez mutuamente. Suportando, sujeitando, encorajamento e servindo uns aos outros, a fim de edificar o corpo de cristo.”
- A prática da presença das pessoas : como aprender a amar as pessoas
Mike Mason
Editora Vida Nova, 2009.
“Mike Mason procura mostrar que o processo de conhecer melhor e amar pessoas é muito semelhante quando queremos fazer o mesmo com Deus, mostrando que, quando deixamos nosso egoísmo de lado, podemos experimentar novas dimensões em nossos relacionamentos com o próximo.”
- Relacionamentos na Igreja : como manter a unidade na diversidade
Paulo Nogueira Real
Ed. Vida, 2003
“Neste livro, o autor esclarece alguns pontos polêmicos relacionados à questão dos relacionamentos, mostrando que vale a pena conhecer pessoas e edificá-las no pleno conhecimento de Jesus Cristo. Esse era o padrão do início do Novo Testamento e deve ser o modelo nos dias atuais. ”
- Por que agimos como agimos? Conheça melhor as potencialidades dos temperamentos controlados pelo Espírito Santo.
Tim LaHaye
Ed. Abba, 1999.
Mesmo que você nunca tenha lido sobre personalidade e temperamento, este livro o ajudará a descobrir seu potencial de relacionamento no trabalho, no casamento, na vida social e na igreja. Essa obra é um verdadeiro curso sobre temperamentos, personalidades e características básicas de comportamento dos seres humanos...
Nesse livro, Tim LaHaye trata dos seguintes temas: “O poder do temperamento e da personalidade; Você já conhece a sua própria personalidade, seu temperamento?; O que é temperamento e vocação?; O temperamento e as emoções; Os temperamentos do namoro ao casamento; Os temperamentos em relação ao amor e ao sexo; Os temperamentos e a vida espiritual. (...) um manual de conhecimento do comportamento humano e como o Espírito Santo pode nos controlar.”
- Os Homens são ostras... As mulheres, pés-de-cabra
David Clarke
Editora Hagnos, 2001.
“As diferenças entre homens e mulheres, tratadas de forma bem humorada, ajudam o casal a resolver os diversos problemas conjugais que surgem ao longo da vida a dois.”
domingo, 23 de maio de 2010
Ouve a voz da mulher
Quem não deseja ouvir a voz de Deus? Deus nos fala: através da oração, leitura bíblica, circunstâncias e dos outros. O outro pode representar para nós a voz de Deus. Ao se reconciliar com Esaú, disse Jacó: “tenho visto o teu rosto, como se tivesse visto o rosto de Deus” (Gn 33. 10). Para Abraão a voz de Deus estava na voz de Sara e isso como uma revelação e ordem explícita de Deus. Contudo, a história de Abraão nos traz um problema: Abraão, quando ainda era Abrão ouviu a voz de Sara, quando esta ainda era Sarai: “E ouviu Abrão a voz de Sarai” Gênesis 16. 2. Qual a diferença entre ouvir a voz de Sarai e ouvir a voz de Sara? Por que em um caso veio o fracasso e na segunda vez a voz dela foi canal da própria voz de Deus? Em princípio percebemos que a diferença entre as duas situações estava no comando divino, i.é., Abrão quis ouvir a voz de Sarai, mas Deus mandou Abraão ouvir a voz de Sara!
Significativamente o nome Sarai significa princesa e esta personagem bíblica, antes da transformação identificada pela mudança de seu nome (17: 15 - de Sarai para Sara), representa simbolicamente a presunção da nobreza espiritual, a síndrome de princesa! Nós podemos ouvir por trás da voz da presunção da nobreza as atitudes: a) de culpar Deus por seus próprios defeitos (16: 1-6); b) de agir de forma voluntariosa (16: 6); c) de fazer o mal em nome do bem, invertendo os valores (16: 6); d) de errar ativa e obstinadamente contra si mesmo (16: 3, 5); e) de esperar sempre e em primeiro lugar o melhor dos outros e não de si mesmo (16: 5); f) de invocar o nome de Deus para reparar seus erros (16: 5b) e finalmente g) de valorizar e favorecer as conquistas humanas acima das dádivas divinas.
O nome Sara significa mulher nobre e ela representa simbolicamente o estado de nobreza. Nós podemos ouvir, por trás da voz do estado de nobreza, as atitudes de: a) ainda cometer erros e duvidar (18: 12, 15) porque afinal se é humana e falível; b) ainda sofrer e correr riscos (20: 2, 13); c) trazer um “véu dos olhos”, isto é, ser declarada justa (20: 16); d) ser alvo da Graça, do favor imerecido do Deus que vem à nós com Graça, cura e transforma os nossos “defeitos” (21: 1); e) ter uma vida determinada por Deus (21: 2); f) Viver em sintonia com a vontade de Deus (21: 10) e finalmente, g) valorizar e favorecer as dádivas divinas acima das conquistas humanas.
A ordem divina dada a Abraão de “ouvir a voz da mulher”, é ordem divina dada a todos nós, filhos de Abraão pela fé (Gálatas 3. 7), para que ouçamos as vozes desses dois exemplos: de Sarai, a fim de que abandonemos toda a pretensão de nobreza espiritual! De Sara, a fim de que imitemos o genuíno e vívido estado de nobreza.
Sarai, Sara... Esses dois nomes representam duas formas de viver a nossa experiência com Deus e com os outros, com Deus e com a família, com Deus e com o outro. Sarai representa, sobretudo a escolha em viver a vida prioritariamente a partir do primado das conquistas humanas. Sara, a escolha de viver a vida prioritariamente a partir do primado das dádivas divinas. Qual a sua escolha? Qual das duas vozes você vai ouvir?
Pr. Josué Mello Salgado
quarta-feira, 19 de maio de 2010
No outro lado do espelho da vida
O foco do texto em epígrafe é claramente a humanidade, o ser humano genérico! Esta interpretação é evidente tendo em vista o uso do termo hebraico adam para designar homem, abrangendo ambos os gêneros, em preferência a zakar (Gênesis 1. 27) ou iysh (Gênesis 2. 23) ambos usados exclusivamente para designar homem, sexo masculino. O termo adam ao lado de enosh (Salmo 8. 4) é termo designativo de ambos os gêneros (homem e mulher) como fica claro em Gênesis 1. 27: “Criou, pois, Deus o homem (ADAM) à Sua imagem; à imagem de Deus o criou; homem (ZAKAR) e mulher (NEQEBAH) os criou”. Posteriormente o adam passou a ser também o nome próprio do primeiro homem: Adão.
Tal compreensão é fundamental para entendermos que o Deus revelado nas Escrituras não é machista e nem feminista. Ele não concentra sua atenção e preocupação sobre apenas um dos dois gêneros. Ele tem propósitos para ambos, e ambos são iguais em dignidade diante dEle e alvo do Seu incondicional amor e cuidado. Ambos são também “por um pouco, menor do que Deus” coroados por Ele “de glória e de honra” (Salmo 8. 4). Além disso são igualmente instrumentos úteis nas mãos de Deus. Curto: Deus não é ginófobo!
O ser humano criado é, no referido texto, alvo de um (auto) diagnóstico divino: “não é bom que o ser humano viva só”! Para Deus um ser humano que vive só, alimenta-se só, trabalha só, se diverte só, decide só e que articula sua abordagem do mundo só, sem interlocutor ou contraponto, está aquém do ideal e do projeto divino. O ser humano que vive portando-se como senhor absoluto da verdade, sem aceitar a convivência com outro como interlocutor e contraponto, preferindo o monólogo e não diálogo, vive só! Na verdade o primeiro “não é bom” da história humana não foi direcionado ao ser humano criado por Deus, mas à existência solitária!
A fim de suprir tal “existência solitária” – e há muitos que vivem assim, mesmo rodeados de uma multidão – Deus providencia a Sua solução: um socorro que lhe corresponda como uma imagem do outro lado do espelho” (hebr. etzer kenegdô). O etzer (substantivo masculino singular) tem o sentido de auxílio, ajuda e socorro, não como inferior ou subalterno, mas exatamente o contrário, como superior no sentido de ter condições de auxiliar, ajudar e socorrer quem precisa e está em condição de desvantagem (conf. II Reis 14. 26, Jó 29. 12, Salmo 30. 10, Salmo 54. 4, Salmo 72. 12). O ser humano só estava em desvantagem e precisava de alguém que o ajudasse, o socorresse, quem o auxiliasse a viver melhor. O texto mais paradigmático do uso de etzer é com certeza I Samuel 7: 12: “Então, tomou Samuel uma pedra, e a pôs entre Mispa e Sem, e chamou o seu nome Ebenézer (hebr. eben-ha-etzer = pedra de auxílio) e disse: Até aqui nos ajudou o SENHOR.” O outro, homem e/ou mulher, são para nós esse socorro divino para nos ajudar a não mais vivermos sós! Neste sentido eles são para nós representantes do Deus chamado largamente na Bíblia de auxílio (etzer). Não é à-toa que Jacó, ao se reconciliar com Esaú, disse: “porquanto tenho visto o teu rosto, como se tivesse visto o rosto de Deus” (Gênesis 33. 10)
Finalmente este socorro providenciado por Deus é qui nagad (na frente de, diante de, à frente de, em frente de). A idéia é a de um espelho no qual ao se olhar o ser humano vê do outro lado outro ser humano semelhante. O homem não pôde encontrar esse outro semelhante entre os animais (Gênesis 2. 20), por isso o outro será chamado “osso dos ossos” e “carne da carne”. É da mesma matéria prima!
Ninguém precisa mais viver sozinho! Ninguém deve viver mais sozinho! Por isso Deus oferece no outro, cônjuge, irmão, irmã, pai, mãe, parente, amigo, amiga, semelhante, um socorro como companhia e/ou contraponto olhado no outro lado do espelho da vida. Por isso, “Deus faz que o solitário viva em família” (Salmo 68. 6), inclusive na família de Deus, a Igreja.
Pr. Josué Mello Salgado
domingo, 9 de maio de 2010
Maio: mês da Família e homenagem às mães

Sobre esse tema, sugerimos algumas obras, disponíveis em nossa biblioteca, cuja leitura pode auxiliar você a refletir sobre o assunto:
1. Deus está nas pequenas coisas da Família. Bruce Bickel e Stan Jantz. Editora United Press, 2001
. Sinopse: Deus lhe deu uma família: O Deus maravilhoso que colocou as estrelas no espaço também se deleita nos pequenos detalhes. Ele faz de cada floco de neve uma obra única e especial. Ele sabe quantos fios de cabelo há em sua cabeça. Ele compreende as alegrias e luta que você enfrenta com seu cônjuge e com seus filhos. E Ele sabe que as “pequenas coisas” exercem um grande impacto em sua família.
= A beleza simples das flores frescas na mesa de jantar.
= Os momentos que você passa ensinando seus filhos sobre o Deus que os criou.
= O riso e a alegria que se entrelaçam durante cada dia.
= O cartão encorajador que você envia para uma tia predileta.
= A maneira gentil como você diz “não” para seu filho pequeno.
São estes pequenos detalhes que tornam sua casa um lar cordial e hospitaleiro.
São as pequenas coisas que trazem seus filhos de volta, mesmo depois de terem saído de casa para morar sozinhos. São as pequenas coisas que Deus utiliza para tocar seu coração e sua vida de forma grandiosa. Ele quer abençoar sua família nos e por meio dos pequenos detalhes da vida de seus familiares.
Permita que Bruce e Stan revelem o papel de Deus no dia-a-dia de sua vida familiar.
(fonte: http://shopping.lagoinha.com)
2. Família forte – cultivando a sabedoria na vida familiar. Charles R.Swindoll. Ed. Atos, 2002.
. Sinopse: Ao redor do mundo, as pessoas fazem esta pergunta todos os dias. Mas o que é preciso para respondê-la?
A verdadeira família não é apenas um conjunto de marido, mulher e filhos; é bem mais que isso.
A formação de uma estrutura familiar depende, e muito, de como os seus membros estão integrados, de como o campanheirismo é valorizado e praticado.
Família Forte é um verdadeiro tesouro de lições, que busca restaurar esta estrutura tão importante para os dias de hoje, onde os constantes conflitos que atingem a sociedade deixam, cada vez mais, as pessoas fragilizadas, precisando de apoio e proteção. O refúgio no laço familiar pode ser a salvação que muitos precisam. E uma família enraizada na Palavra de Deus é sempre a melhor escolha.
Ovelhas desgarradas são presas fáceis para o lobo.
Neste completo guia para a restauração da família, o importante e respeitado autor de grande bestsellers mundiais, Charles R. Swindoll, nos mostra como construir um relacionamento ainda mais intenso dentro das famílias. Aprofundando-se em questionamentos e grandes aflições que abalam a ordem familiar atual, através de interessantes e práticos exemplos, o autor aponta as saídas para quem se vê cercado pelos mais variados e constantes problemas.
Lidar com o crescimento dos filhos, briga entre irmãos, problemas financeiros, queda de afetividade, divórcio... Não importa a dificuldade. A construção de um lar com amor, onde existe respeito mútuo e a valorização máxima dos princípios de Deus, nos bons ou maus momentos, é o segredo para se criar uma família unida e que, acima de tudo, permanece unida.
(fonte: http://www.erdos.com.br)
3. O mito da família perfeita – talvez a sua família seja melhor do que você imagina. Israel Belo de Azevedo. Textus Editora, 2003.
. Sinopse: A minha família é assim porque eu sou assim. Mente quem diz que é fácil viver em família. Ninguém escolhe a família de que faz parte. O filho não escolhe o pai que vai ter. Um irmão não escolhe seu irmão. São todos da mesma família, mas ninguém pediu para estar ali. Nenhum de nós consegue ter a família que gostaria. Por melhor que seja a nossa família, gostaríamos que ela fosse ainda melhor. Quero desafiar aos que estão satisfeitos com a sua família a não ficarem satisfeitos e quero desafiar aos que estão insatisfeitos a não desistirem dela.
Não existe família perfeita Este é um mito a ser derrubado. É como o jardim do vizinho, cuja grama parece sempre mais verde do que a do nosso. É como o prato da mesa do vizinho, cuja comida parece sempre mais gostosa do que a do nosso. Às vezes, os filhos olham para certos pais de seus colegas e dizem: -- Ah, se eu tivesse um pai como esse! Às vezes, os pais olham para certos filhos tão comportados, tão dedicados, e suspiram: -- Ah, se eu tivesse filhos como estes. Às vezes, uma esposa olha para um outro homem e reclama: -- Por que não tenho um marido como este? Às vezes, um marido olha para uma outra mulher e se lamenta: -- Por que é que não tenho uma esposa como esta, tão dedicada, tão atenciosa, tão amorosa? Por que há tanta gente querendo ter a família que não tem? Por que tantos estão tão insatisfeitos com seus filhos e cônjuges?
Israel Belo de Azevedo: Capixaba, reside no Rio de Janeiro, onde pastoreia a Igreja Batista Itacuruçá (Tijuca) e dirige o Seminário Teológico Batista do Sul do Brasil.
(fonte: http://www.erdos.com.br)
sexta-feira, 7 de maio de 2010
O Fazendeiro de Deus: uma história de fé e disseminação da Palavra de Deus

