segunda-feira, 5 de outubro de 2009

Deus nos ouve


“Porque inclinou para mim os seus ouvidos, invocá-lo-ei enquanto eu viver.”

Salmo 116:2


Por que orar? Como, quando e onde orar? Será que Deus nos ouve? Todas essas perguntas são essenciais à prática da oração. Muitos deixam de orar, pois deixam de acreditar que Deus as ouve. A Bíblia, porém, é clara em demonstrar que o Nosso Senhor é um Deus presente, que escuta às nossas orações e as responde.

Nosso Deus é pessoal e onipresente, sonda nossa vida e conhece nossos desejos. Mas, se Ele já conhece nossos desejos e aspirações para que continuar conversando com Ele? Primeiro, convém dizer que a oração é mais do que uma simples conversa. Ela é um momento especial em que devemos demonstrar nossa entrega a e confiança em Deus. Entrega, porque a oração demonstra humildade e reconhecimento da própria fragilidade. Confiança, porque na oração há um momento de intimidade com Deus em que podemos nos confessar ao nosso Pai.

A oração é um poderoso instrumento da realização da vontade de Deus em nossas vidas e uma oportunidade de conhecê-lo melhor.

1. Deus está atento às nossas orações e nos escuta.


“Amo o Senhor, porque Ele ouve a minha voz e as minhas súplicas.”

Salmo 116:1


2. Deus nos consola por meio da oração.


“Pois livraste da morte a minha alma, das lágrimas, os meus olhos, da queda os meus pés.”

Salmo 116:8


3. A oração nos dá a certeza da presença de Deus em nossas vidas e nos anima a viver intensamente o momento presente para sua glória e honra.


“Andarei na presença do Senhor, na terra dos viventes.”

Salmo 116:9


4. Deus nos conhece profundamente, assim como nos ama. Ele nos reconhece mesmo nos momentos de angústia e solidão. O nosso maior amigo e confessor deve ser o Senhor


“Olha à minha direita e vê, pois não há quem me reconheça, nenhum lugar de refúgio, ninguém que por mim se interesse. A ti clamo, Senhor, e digo: tu és meu refúgio, o meu quinhão na terra dos viventes”

Salmo 142:4-5


Confira alguns livros no acervo de nossa biblioteca a respeito de oração:


ALCÂNTARA, Janair de Morais. Centelha Divina. 1ª. Santa Bárbara D'Oeste - SP: SOCEP, 1993. 196 p.


AMARAL, Francisco. Pai Nosso, Oração em Segredo, Resposta Certa. 1ª. Rio de Janeiro - RJ: Casa Publicadora das Assembléias de Deus, 1993. 94 p.


ANDERSON, Neil T.; BAUMCHEN, Hal. O Renascer da Esperança. Tradução de Neyd Siqueira. 2ª. São Paulo - SP:Sepal - SP, 2022. 322 p. ISBN 85-88254-07-7.


ANDRÉ, Marco. A Oração Poderosa. 1ª. Belo Horizonte - MG: Betânia - BH, 2003. 16 p. ISBN 85-358-0071-9.


ÁVILA, Teresa de. Vida de oração: Para quem deseja conhecer Deus na intimidade. 1ª. Brasília - DF: Palavra - DF, 2007. 302 p. ISBN 978-85-60387-29-8.


AZEVEDO, Israel Belo de. Se Meu Povo Orar. 1ª. Rio de Janeiro - RJ: MK, 2003. 157 p. ISBN 85-89516-02-4.


BAKER, Julie. Tempo para Orar: Devocional para mulheres. Tradução de Cláudia Ziller Faria. nc. Rio de Janeiro - RJ: Textus, 2001. 218 p.


BARTH, Karl. O Pai Nosso: A oração que Jesus ensinou aos discípulos. 1ª. São Paulo - SP: Novo Século, 2003. 72 p. ISBN 85-86671-20-7.


BOLES, Olin Douglas. Chaves Indispensáveis da Vida Cristã. NC. [S.l.]: Juerp - RJ, 1979.


BORGES, Jonas Farias. Jejum & Oração: As Armas Infalíveis. 10ª. Rio de Janeiro - RJ: CPAD - RJ, 1999. 72 p.


BOUNDS, Edward McKendree. Poder Através da Oração. n/c. São Paulo - SP: Batista Regular, 1997. 73 p. ISBN 85-7414-015-5.


BRAZELTON, Katie. Oração Com Propósitos Para Mulheres. Tradução de Denise Avalone. n/c. São Paulo - SP: Vida - SP, 2007. 287 p. ISBN 978-85-7367-960-1.

CALVINO, João. O Livro de Ouro da Oração. Tradução de Cláudio J. A. Rodrigues. n/c. São Paulo - SP: Novo Século, 2003. 174 p. ISBN 85-86671-21-5.


CHO, Paul Yonggi; MANZANO, R. Whitney. Oração A Chave do Avivamento. Tradução de Myriam Talitha Lins. 1ª. Venda Nova - MG: Betânia - BH, 1986. 192 p.


CHRISTENSON, Evelyn. O que Acontece Quando as Mulheres Oram. Tradução de Neyd Siqueira. 7ª. São Paulo - SP: Mundo Cristão - SP, 1999. 164 p. ISBN 85-85670-73-8.


CHRISTENSON, Evelyn. O Que Acontece Quando Deus Responde as Orações. Tradução de Susana Klassen. 1ª. São Paulo - SP: Mundo Cristão - SP, 2003. 253 p. ISBN 85-7325-300-2.


CHRISTENSON, Evelyn. O que Acontece Quando Oramos por Nossas Famílias. Tradução de Wanda de Assumpção. 3ª. São Paulo - SP: Mundo Cristão - SP, 1997. 222 p. ISBN 85-7325-035-6.


CHRISTENSON, Evelyn. Uma Jornada de Oração. Tradução de Wanda de Assumpção. 1ª. [S.l.]: Mundo Cristão - SP, 1996. 208 p. ISBN 85-7325-042-9.


CHRISTENSON, Larry. A Mente Renovada. Tradução de Myriam Talitha Lins. 4ª. Venda Nova - MG: Betânia - BH, 1980. 120 p.


CLOYD, Betty Shannon. Papai do Céu...: Ensinando às crianaças o valor da oração. Tradução de Elda Gomes Zambrotti. 1ª. São Paulo - SP: Eclesia - SP, 2000. 159 p. ISBN 85-86977-23-3.

CULLMANN, Oscar. A oração no novo testamento. Tradução de Daniel Costa. 1ª. São Paulo - SP: Academia Cristã, 2009. 320 p. ISBN 978-85-98481-31-9.


D'ARAUJO FILHO, Caio Fábio. A Demora de Deus. 2ª. São Paulo - SP: Sepal - SP, 1993. v. 7. 34 p. (Levando Deus a Sério).

D'ARAUJO FILHO, Caio Fábio. A Geração que Desaprendeu a Orar. 1ª. São Paulo - SP: Sepal - SP, 1993. v. 9. 39 p. (Levando Deus a Sério).


D'ARAUJO FILHO, Caio Fábio. Oração Para Viver e Morrer. 1ª. Niterói - RJ: Vinde - RJ, 1993. 118 p.


DAVIS, George T. B. Oração e Reavivamento. Tradução de Eliezer dos Santos Saraiva. NC. São Paulo - SP: Casa Ed. Presbit. - SP, 1950. 16 p.


DAWSON, Joy. Como Orar Por Alguém Que Está Perto de Você e Longe de Deus. Tradução de Myriam Talitha Lins. 1ª. Venda Nova - MG: Betânia - BH, 1992. 24 p.


DUEWEL, Wesley L. O Poder de Deus é para Você: Reflexões sobre o maior conhecimento do poder de Deus. Tradução de Neyd Veloso Siqueira. 1ª. São Paulo - SP: Candeia - SP, 1999. 221 p. ISBN 85-7352-072-8.

DUEWEL, Wesley L. Toque o Mundo Através da Oração. 1ª. [S.l.]: Candeia - SP, 1991. 245 p.


ESCRITO POR UM CRISTÃO DESCONHECIDO. A Oração que Funciona. Tradução de Myriam Talitha Lins. 3ª. Venda Nova - MG: Betânia - BH, 1981. 140 p.


EVANS, William; WILSON, Genoveva Voorheis. Modos de Ganhar Almas Para Cristo. Tradução de Ema Ginsburg. 7ª. Rio de Janeiro - RJ: Casa Publicad.Batista-RJ, 1961. ISBN 116 págs.


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FOSTER, Richard J. Oração: O Refúgio da Alma. Campinas - SP: Cristã Unida - SP. 304 p.

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KEEFAUVER, Larry. Que Bom se o meu Marido Orasse Comigo: Quebrando as barreiras espirituais entre você e seu marido. Tradução de Maria Luisa Costa Cisterna. 1ª. Belo Horizonte - MG: Atos Ltda., 2001. 195 p. ISBN 85-86522-44-9.


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MACARTHUR JR., John F. Chaves para o Crescimento Espiritual. n/c. São José dos Campos - SP: Fiel - SP, n/c. 127 p.


MACARTHUR, John. A sós com Deus. Tradução de Maria Lúcia Godde Cortez. 1ª. Brasília - DF: Palavra - DF, 2009. 198 p. ISBN 978-85-60387-22-9.


MACDONALD, Hope. Jesus, Ensina-nos a Orar. Tradução de Cleide Zerlotti Wolf. 8ª. São Paulo - SP: Mundo Cristão - SP, 1989. 107 p.


MAINS, Karen. À Procura de Deus: A fascinante busca e a maravilha de ser encontrado. Tradução de Susana Lane da Silva. n/c. Belo Horizonte - MG: Motivar, 2005. 182 p. ISBN 85-99295-01-2.

MANLEY, Jack. Jorge Müller. 3ª. Valparaízo - GO: Betânia - BH, 1986. 67 p.

MARSHALL, Catherine. Aventuras na Oração. Tradução de Myriam Talitha Lins. 5ª. Venda Nova - MG: Betânia - BH, 1981. 126 p.


MAXWELL, John C. Parceiros de Oração. 1ª. Venda Nova - MG: Betânia - BH, 1999. 166 p.

MCCONKEY, James H. A Oração. Tradução de Almir dos Santos Gonçalves. 3ª. Rio de Janeiro - RJ: Juerp - RJ, 1968. 131p.


MEHL, Ron. Deus Trabalha no Turno da Noite. Tradução de Neyd Siqueira. 14ª. São Paulo - SP: Quadrangular - Editora e Publ., 2002. 221 p. ISBN 85-85773-13-8.


MORNEAU, Roger J.; BARCELOS, Éden Thomas. Respostas Incríveis à Oração: Como Deus atendeu às orações de um homem. 5ª. Tatuí- SP: Casa Publicadora Brasileira, 2004. 128 p. ISBN 85-345-0731-7.


NEE, Watchman. O Ministério de Oração da Igreja. Tradução de Moysés Cavalheiro de Moraes. nc. Venda Nova - MG: Betânia - BH, 1994. ISBN 127 páginas.


NEE, Watchman. Oremos. nc. Florida - EUA: Vida - Miami - Flórida, 1992. 107 p.


NICHOLS, Fern; GRANT, Janet Kobobel. Todo Filho Precisa de Uma Mãe Que Ora. Tradução de Lena Aranha. 1ª. São Paulo - SP: Hagnos, 2005. 318 p. ISBN 85-89320-72-3.


OMARTIAN, Stormie. 7 Orações que vão Mudar sua Vida. Tradução de Valéria Lamim Delgado Fernandes. n/c. Rio de Janeiro - RJ: Thomas Nelson Brasil, 2007. 76 p. ISBN 978-85-6030-325-0.


OMARTIAN, Stormie. O Poder da Criança Que Ora. Tradução de Valéria Lamim Delgado Fernandes. 1ª. São Paulo - SP: Mundo Cristão - SP, 2006. 102 p. ISBN 85-7325-399-1.


OMARTIAN, Stormie. O Poder da Mulher que Ora. Tradução de Susana Klassen. 1ª. São Paulo - SP: Mundo Cristão - SP, 2003. 240 p. ISBN 85-7325-327-4.


OMARTIAN, Stormie. O poder da nação que ora. São Paulo - SP: Mundo Cristão, 2006. ISBN 85-7325-420-3.


OMARTIAN, Stormie. O Poder da Oração Para Uma Vida Feliz: 365 Orações e Textos Bíblicos para 24 Necessidades da Vida. Tradução de Vanderlei Ortigoza. 1ª. São Paulo - SP: Mundo Cristão - SP, 2008. 375p. ISBN 978-85-7325-542-3.


OMARTIAN, Stormie. O Poder de Orar a Vontade de Deus. Tradução de Talita Marsola. 1ª. São Paulo - SP: Mundo Cristão - SP, 2004. 161 p. ISBN 85-7325-388-6.


OMARTIAN, Stormie. O Poder do Adolescente Que Ora. Tradução de Valéria Lamim Delgado. 1ª. São Paulo - SP: Mundo Cristão - SP, 2006. 213 p. ISBN 85-7325-412-2.


OMARTIAN, Stormie. O Poder do Marido que Ora. Tradução de Susana Klassen. 1ª. São Paulo - SP: Mundo Cristão - SP, 2003. 190 p. ISBN 85-7325-319-3.


OMARTIAN, Stormie. O Segredo da Vida Abundante: O poder da oração e das escrituras na restauração da saúde emocional. 1ª. São Paulo - SP: Vida - SP, 2004. 240 p. ISBN 85-7367-709-0.


OMARTIAN, Stormie; GRIPPE, Aline. O Poder de Orar Juntos. São Paulo - SP: Mundo Cristão - SP, 2004. 196 p. ISBN 85-7325-360-6.


PATTERSON, Ben. Aprofundando o diálogo com Deus: O privilégio de conversar com o criador. Tradução de Marcello Tolentino. 1ª. São Paulo - SP: Vida - SP, 2004. 167 p. ISBN 85-7367-781-3.


PEEL, William Carr. O que Deus faz quando os homens Oram. Tradução de Emírson Justino da Silva. 1ª. Campinas - SP: United Press Ltda., 2000. 110 p. ISBN 85-243-0184-8.


PETERSON, Eugene H. Onde o seu tesouro está: A importância da oração revolucionária. Niterói - RJ: Textus. 202 p.


RAVENHILL, Leonard. Por que Tarda o Pleno Avivamento ?. Tradução de Myriam Talitha Lins. 1ª. Venda Nova - MG: Betânia - BH, 1989. 160 p.


RAVENHILL, Leonard. Tesouros da Oração. ---. [S.l.]: Vida - Miami - Flórida, 1961. 176 p.


RIBEIRO, Jonas Celestino. Oração uma vida de intimidade com Deus. 2ª. Rio de Janeiro - RJ: Vida Plena - RJ, 2002. 68 p.

ROBB, Andy. Pelo que devemos orar?. Tradução de Carla Mary Ribas de Souza. Cingapura: Casa Publicadora das Assembléias de Deus, 1998. 32 p., il.


RUTTER, Ronald. Doutrina Bíblica da Oração: O Marco Fudamental da Vida Cristã. nc. Rio de Janeiro - RJ: Juerp - RJ, 2001. 208 p. (Como a Bíblia nos Fala Hoje).


SHEETS, Dutch. Sentinela de Oração: Como guardar e proteger sua família , casa e comunidade. Tradução de Thiago Couto de Freitas. 1ª. Belo Horizonte - MG: Atos Ltda., 2004. 208 p. ISBN 85-7607-016-2.


SHERRER, Quin. Como Orar por seus Filhos. Tradução de Hagar Aguiar Caruso. 1ª. São Paulo - SP: Vida - SP, 2000. 120 p. ISBN 85-7367-190-4.


SHERRER, Quin. Resgatando o Filho Pródigo: trazendo de volta o que o inimigo roubou. Tradução de Célia Regina Chazanas Clavello. 1ª. Belo Horizonte - MG: Atos Ltda., 2003. 240 p. ISBN 85-7607023-5.

SILVA, Ubiratan Oliveira da. Oração: Um Ministério Fundamental. n/c. Rio de Janeiro - RJ: Casa Publicadora das Assembléias de Deus, 2000. 112 p. ISBN 85-263-0279-5.


SMITH, M. Blaine. Conhecendo a Vontade de Deus. Tradução de Neyd Siqueira. 1ª. São Paulo - SP: Mundo Cristão - SP, 1983. 140 p.

SOLONCA, Paulo. Orações de um Discípulo de Jesus. 1ª. São José - SC: Prelo, 2001. 100 p.


SOLONCA, Paulo. Raios de Esperança. n/c. São Paulo - SP: Sepal - SP, n/c. 133 p.


SOUSA, Ricardo Barbosa de. Janelas Para a Vida: Espiritualidade para o cotidiano. 1ª. Curitiba - PR: Encontro, 1999. 172 p. ISBN 85-86936-08-1.


SPROUL, R. C. A Mão Invisível: Todas as coisas realmente cooperam para o bem?. Tradução de Valéria Lamim Delgado. 1ª. São Paulo - SP: Bompastor - SP, 2001. 275 p. ISBN 85-86096-76-8.


STOTT, John R. W. A Mensagem do Sermão do Monte. Tradução de Yolanda M. Krievin. 2ª. São Paulo - SP: ABU - SP, 1989. 235 p. (A Bíblia Fala Hoje).


TIPPIT, Sammy. Preparando Para a Batalha: O caráter, as armas e as estratégias do guerreiro espiritual. Tradução de Welton Kelly Barbosa Lima. n/c. Rio de Janeiro - RJ: Juerp - RJ, 1995. 176 p.


TORREY, R. A. Como Orar. Tradução de Neyd Siqueira. 11ª. São Paulo - SP: Mundo Cristão - SP, 1999. 85 p. ISBN 85-85670-14-2.

TOWNS, Elmer L. Jejuar Uma Revolução na Vida Espiritual: Um Guia Para Nove Jejuns Bíblicos. [S.l.]: Atos Ltda., 1995. 256 p. ISBN 85-7607-014-6.


WAGNER, C. Peter. Escudo de Oração: Como interceder por pastores, líderes cristãos e outros nas frentes de batalhas espirituais. 1ª. Mogi das Cruzes - SP: Unilit, 1996. 199 p. ISBN 0-7899-0179-X.


WALLACE, Ronald S. A Oração de Ana: Um exemplo cativante de como Deus responde à oração. n/c. São Paulo - SP: Vida - SP, 2005. 158 p. ISBN 85-7367-821-6.


WILKINSON, Bruce. A Oração de Jabez. Tradução de Emírson Justino da Silva. 1ª. São Paulo - SP: Mundo Cristão - SP, 2001. 101 p. ISBN 85-7325-385-1.


WINN, Alison. Olá Deus: Um Livro de Orações para Crianças. Tradução de Gladir Cabral. n/c. Campinas - SP: Luz Para o Caminho - LPC, 1993. 32p., il.


YANCEY, Philip. Oração: ela faz alguma diferença?. Tradução de Almiro Pisetta. n/c. São Paulo - SP: Vida - SP, 2007. 422 p. ISBN 978-85-7367-822-2.


ORAÇÕES Notáveis da Bíblia . Tradução de Isabel de Jesus. 1ª. Rio de Janeiro - RJ: CPAD - RJ, 2007. 175 p.

sexta-feira, 2 de outubro de 2009

A mulher adúltera


O texto da semana é um poema de Gióia Júnior (1931-1996) que trata liricamente da conhecida passagem bíblica do Capítulo 8 do evangelho de João. Aí o evangelista mostra o cerne ministério de Jesus como salvador e não como juiz do mundo. Assim como a mulher adúltera, merecíamos morrer como retribuição pelo nosso pecado. No entanto, Jesus, o único digno de ser juiz, demonstrou um caminho mais sublime: o caminho da graça! Nesse sentido, todos nós somos aquela mulher e podemos experimentar esse sublime livramento. Graças a Deus por isso!


A mulher adúltera

Por Gióia Júnior

Manhã, clara manhã de sol rompendo as brumas,

como um barco vermelho a singrar entre espumas...

Campo de Luta. O sol é um gladiador selvagem

e tinge com seu sangue a sombra da paisagem...

...Jesus, depois de orar a noite inteira, envolto

em manto singelo, o cabelo revolto,

a barba em desalinho, as sandálias manchadas

pelo vermelho pó das longas caminhadas,

ensinava no templo apresentando ao povo

a larga nitidez de um horizonte novo...

A estrada do porvir, imensa, inatingida,

a nova Canaã, a Terra Prometida,

que Moisés procurou no meio do deserto,

parecia tão longe e estava ali tão perto!

Ele era a porta aberta, o ensinamento, o exemplo...

Nisto um bando sinistro avança pelo Templo,

escribas, fariseus, num cínico mister:

- Prendamos a Jesus, matemos a mulher!

... Em meio ao burburinho uma jovem bonita,

pálida, maltratada, atirada e maldita

pela lei de Moisés, esperava a sentença,

"o prêmio do pecado", a negra recompensa

de um ilícito amor. Envergonhada e muda,

aguardava o suplício, a pedra pontiaguda

que em seu corpo moreno, em ferida medonha

selaria a desgraça, o martírio, a vergonha...

Depois, a treva imensa e um corpo ensangüentado

expostos para exemplo: "o prêmio do pecado".

Fora presa em seu leito imundo e deletério

no instante em que a paixão se fizera adultério.

No intenso vozerio, uma voz se levanta:

- Jesus de Nazaré, que dizes desta santa?!

Merece a maldição que nossa lei ensina,

ou merece o perdão que é da tua doutrina?...

Jesus indiferente, alheio à multidão,

abaixa-se a escrever com o dedo no chão.

Depois, ergue-se altivo, os olhos vivos, a alma

profundamente clara, imensamente calma,

e destrói a pergunta em um único brado:

- Lance a primeira pedra o que não tem pecado!

Abaixa-se de novo o Pai dos Evangelhos

e o povo se dispersa, a partir dos mais velhos.

Só Jesus e a mulher. O perdão e o pecado,

a negra escuridão e o dia iluminado...

A humilde pecadora aguarda comovida

o fim que lhe daria o que lhe dera a vida...

- Ninguém te condenou? - pergunta o Nazareno.

- Ninguém, Senhor, ninguém. - Pois nem eu te condeno.

E, erguendo meigamente os olhos paternais,

falou: - Podes partir. Mulher, não peques mais!!!


Para mais poemas de Gióia Júnior, acesse: http://www.geocities.com/feguizze/index.htm

quarta-feira, 30 de setembro de 2009

Vem aí o 15º Conmemô


O Conmemô é o congresso de jovens e adolescentes da Igreja Memorial Batista de Brasília. Promovido pelo Ministério com a Juventude, o congresso chega em 2009 à sua 15ª edição. O tema desse ano é "Testemunhas - Assim brilhe a sua luz", e a divisa está em Mateus 5:16. Convidamos os jovens de todas as idades a estarem conosco nos dias 01 a 04 de outubro, às 20 horas. Naqueles dias, refletiremos sobre diversos aspectos do testemunho na vida do cristão e nos uniremos para louvar a Deus, ouvir Sua Palavra (Bíblia), e desfrutar momentos saudáveis de confraternização.


Visite o site e descubra mais sobre o que vai rolar no 15º Conmemô!

terça-feira, 29 de setembro de 2009

E se...?


O post de hoje é um estudo hermenêutico sobre a narrativa bíblica do Êxodo feito pelo nosso querido Pr. Evandro. Trata-se de um convite à reflexão sobre o tema da soberania divina e sobre a forma como Deus age na história. Vamos a ele:


Não quero fazer uma pregação, quero propor um estudo, na verdade, um esforço hermenêutico sobre uma passagem que, acredito, todos conhecemos sobejamente.


Quero falar sobre Moisés, sobre um pedaço da história de sua vida, mas sob uma nova perspectiva. Possível, ou não, nunca saberemos de fato... quem sabe? Por isso vamos lançar sobre a história do Êxodo o seguinte questionamento: e se...?


E se ela não tivesse ocorrido da forma como narra o texto, poderia ter ocorrido de outra?


Quero dizer, e se Moisés não tivesse assassinado aquele egípcio?


Sim, porque toda uma série de acontecimentos que se desencadeiam na vida de Moisés são como conseqüência deste ato primeiro, ao que somos levados a questionar: era da vontade de Deus que ele matasse aquele homem?


Certamente não. Podemos fazer essa assertiva tanto tomando por base aquilo que conhecemos de Deus, quanto um princípio hermenêutico antigo, mas ainda válido retirado da obra de Agostinho "De Doctrina Cristiana" que prescreve que qualquer interpretação feita de uma certa parte do texto poderá ser aceita se for confirmada por outra parte do mesmo texto, e deverá ser rejeitada se a contradisser.


Porém, é a partir daí que temos Moisés no deserto.


Em decorrência de uma má escolha, ele vai conhecer o calor e a aridez do deserto. Vai deixar o palácio do faraó para andar errante por uma terra estranha, sozinho e sem esperança. Contudo, Moisés não deixa de experimentar ali no deserto a providência do Senhor. É ali que ele conhece sua esposa, é ali que ele tem seus filhos, é ali que ele tem um encontro com o próprio Deus, e é ali, também, que ele é chamado para ser o libertador do povo de Israel, alguém poderia dizer.

Mas, e se...


Quero dizer: tudo isso não poderia ter acontecido de outra forma?


E se Moisés não tivesse tirado a vida daquele egípcio?


Não considerar essa hipótese é quase afirmar que Deus precisava, ou mesmo, contava com o homicídio cometido por Moisés para que pudesse colocar em prática seu plano para a vida dele e para a vida de Seu povo.


Ou, caindo num absurdo ainda maior, mas muito comum em nossos dias, e em algumas de nossas igrejas, poderíamos pensar que Moisés não teria outra escolha diante da “soberania” sufocante do criador sobre a vontade do homem, em última análise.


Se Moisés não tivesse matado aquele homem, provavelmente, ainda o teríamos no palácio.


E se a salvação de Israel tivesse sido arquitetada a partir do trono?


Que isso... é uma afronta a soberania de Deus o que você está propondo? Alhures, alguém poderia dizer. Ao que eu questionaria: por um acaso a soberania de Deus pode sofrer afronta de um homem?


Analisemos:


1. A forma milagrosa como a vida de Moisés foi poupada;

2. Onde ele foi criado;

3. Como ele foi educado (príncipe); e

4. Que possibilidades de ascensão ao trono ele teria.


Um êxodo mais fácil, menos sangrento, menos sofrido, talvez, até mais "divino‟, mais "soberano‟, parece se desenhar.


A verdade é que em nossas vidas uma história, muito parecida com a de Moisés, parece se trançar.

Certamente, Deus fez planos para as nossas vidas na eternidade. E do alto de sua onisciência ele trabalhou com todas as possibilidades para nossa existência. Ele não deixou nenhuma de fora, nem mesmo as piores, o que não quer dizer que ele as desejou, ou as determinou para nós.


Mas, fizemos muitas más escolhas. Temos errado, assustadoramente, o caminho. Temos dado “cabeçadas” em várias direções e, às vezes, Deus, por sua misericórdia infinita, até permite que sejamos bem sucedidos, mas o fato é que o deserto tem nos castigado.


No entanto, olhar para a vida de Moisés desta forma, como hoje propusemos, nos dá a tranqüilidade para afirmar que esteja vc hoje como estiver, e onde estiver, por maiores que tenham sido os teus erros – ainda que tenha sido tirar a vida de um homem, como foi o de Moisés, OS PLANOS DE DEUS PARA A SUA VIDA AINDA CONTINUAM INTACTOS, EM SEU PROJETO ORIGINAL, COMO FORAM ARQUITETADOS POR ELE NA ETERNIDADE.


Os planos de Deus para as nossas vidas são imutáveis, A SOBERANIA DE DEUS NÃO PODE SER AFRONTADA POR HOMENS.


Deus pode, ainda hoje, e em qualquer momento que vc decidir por, realizar aquilo que ele planejou para você.


Fugir para o deserto e continuar andando nele só depende de nós. Podemos ser abençoados lá também, mas existe sempre a possibilidade de experimentarmos o MELHOR de Deus para as nossas vidas.


Forte Abraço,

Pr Evandro Araújo Beserra Neto

sexta-feira, 25 de setembro de 2009

Padres Apologistas


Muitos boatos corriam, nos primeiros séculos da Era Cristã, a respeito das práticas da Igreja. A maioria deles, fruto da ignorância em relação ao verdadeiro significado da simbologia cristã, era usada maliciosamente para justificar a perseguição e a difamação contra os convertidos.


Uma noção comum entre os membros da elite intelectual greco-romana era a de que o cristianismo era uma religião de homens ignorantes, iletrados, herdeiros de uma cultura inferior. Embora fosse verdade que a religião cristã tenha se espalhado inicialmente entre pessoas com pouca educação formal, não tardou que vários homens cultos, formados na erudição helenista, se convertessem. Alguns desses homens se aplicaram a elaborar defesas da doutrina e da conduta da Igreja com a finalidade de convidar os homens cultos e os membros do aparato governamental do Império Romano a conhecer melhor os ensinamentos de Cristo e a cessar as hostilidades para com os cristãos. Os documentos produzidos com esse fim ficaram conhecidos como apologias e, por consequência, seu autores como Pais ou Padres Apologistas.


Pode-se identificar uma estrutura comum aos argumentos das apologias dos séculos II e III. Havia, em primeiro lugar, a preocupação em refutar cada uma das acusações infundadas dirigidas contra a conduta da Igreja. Dizia-se que os cristãos eram: promíscuos, por conta da forte ênfase na prática do amor e - ao que parece - pelo costume de saudarem-se uns aos outros com o ósculo santo; antropófagos, por "comerem a carne e o sangue de seu mestre" em uma celebração "macabra"; e ateus, por não cultuarem um deus representado em uma imagem de escultura e por não possuírem um aparato cerimonial litúrgico elaborado. Em relação a todas esses questões, uma simples leitura do ensinamentos evangélicos a respeito da violência, da sexualidade e da presença de Deus no mundo eram suficientes para afastar qualquer dúvida quanto a essas calúnias que eram frutos risíveis dos preconceitos contra a nova religião.


Em segundo lugar, os apologistas se ocupavam em refutar as concepções religiosas politeístas, especialmente as de matriz grega. Nesse trabalho, os apologistas enfatizavam a imoralidade escandalosa dos deuses gregos, com o argumento de que: se os deuses não conseguem regular suas próprias condutas, como poderão instituir ou mesmo inspirar uma conduta moral? Contra os deuses egípcios, os apologistas demonstravam o absurdo de cultuar animais como deuses, considerando que eles são tão corruptíveis quanto o resto da criação. Contra os deuses caldaicos, estava o fato de que as divindades eram confundidas com estátuas fabricadas pelas próprias mãos de artífices humanos. Contra aqueles que identificavam Deus com os elementos da natureza, como a água, o fogo ou o ar, estava o fato de que os elementos são corruptíveis e contigentes estando submetidos a uma ordem, o que caracteriza a criação e não o criador. Ademais, os apologistas criticavam a decadência dos costumes do Império Romano com a popularidade de espetáculos sangrentos como a luta de gladiadores.


Em terceiro lugar, havia os argumentos em favor da doutrina cristã. Nessa época, o argumento principal para a existência de Deus era a constatação de que a natureza possuiu uma ordem, o que demandaria a existência de um ordenador criativo e inteligente capaz de estabelecer tal ordem. Trata-se de um primeiro esboço do famoso argumento do design. Outro argumento, era baseado na corruptibilidade da matéria: se a matéria criada é corruptível, seria necessária a existência de um Deus incorruptível e independente da matéria para criá-la. Por fim, havia também o argumento baseado na antiguidade. Segundo os apologistas, os relatos bíblicos a respeito das origens do mundo eram mais antigas e coerentes do que as teogonias dos poetas gregos como Homero e Hesíodo.


Em último lugar, as apologias mostravam que a conduta dos cristãos, longe de ser destrutiva para a sociedade, era benéfica, pois eles pregavam a obediência às leis, a honestidade, a castidade, o serviço e a vida simples e honrada. O primeiros apologistas conferiam um peso primordial ao testemunho de vida dos indivíduos e das comunidades cristãs. Isso porque o modo de vida da Igreja era tão diferente e tão desejável que maior argumento em favor do cristianismo não haveria do que simplesmente observar o amor que florescia nela. Nesse sentido são muito significativas as palavras da Carta a Diogneto:


"Os cristãos, de fato, não se distinguem dos outros homens, nem por sua terra, nem por sua língua ou costumes. Com efeito, não moram em cidades próprias, nem falam língua estranha, nem têm algum modo especial de viver. Sua doutrina não foi inventada por eles, graças ao talento e especulação de homens curiosos, nem professam, como outros, algum ensinamento humano. Pelo contrário, vivendo em cidades gregas e bárbaras, conforme a sorte de cada um, e adaptando-se aos costumes do lugar quanto à roupa, ao alimento e ao resto, testemunham um modo de vida social admirável e, sem dúvida, paradoxal. Vivem na sua pátria, mas como forasteiros; participam de tudo como cristãos e suportam tudo como estrangeiros. Toda pátria estrangeira é a pátria deles, e cada pátria é estrangeira. Casam-se como todos e geram filhos, mas não abandonam os recém-nascidos. Põem a mesa em conjunto, mas não o leito; estão na carne, mas não vivem segundo a carne; moram na terra, mas têm sua cidadania no céu; obedecem às leis estabelecidas, mas com sua vida ultrapassam as leis; amam a todos e são perseguidos por todos; são desconhecidos e, apesar disso, condenados; são mortos e, desse modo, lhes é dada a vida; são pobres, e enriquecem a muitos; carecem de tudo, e têm abundância de tudo; são desprezados e, no desprezo, tornam-se glorificados; são amaldiçoados e, depois, proclamados justos; são injuriados, e bendizem; são maltratados, e honram; fazem o bem, e são punidos como malfeitores; são condenados, e se alegram como se recebessem a vida. Pelos judeus são combatidos como estrangeiros, pelos gregos são perseguidos, e aqueles que os odeiam não saberiam dizer o motivo do ódio". (p. 22-23)


Embora haja essa convergência entre os diversos apologistas em relação à estrutura básica de suas defesas, é incorreto pensar que há uma homogeneidade. Já nessas primeiras obras de apologética, começa a surgir um dos debates que se estenderia por muitos séculos, que consiste na relação entre filosofia e revelação. Atenágoras e Justino, por exemplo, se mostravam simpáticos à incorporação dos raciocínios filosóficos à estrutura do pensamento teológico. Já Taciano e Teófilo exemplificam a corrente teológica que demonstra profunda antipatia contra a filosofia grega, que irá culminar com a célebre posição de Tertuliano: "o que Atenas tem haver com Jerusalém?".


Devemos aos Pais Apologistas a fundação de uma disciplina presente até o hoje no ensino e na prática da Teologia: a Apologética. Além disso, por exigirem uma exposição sistemática e coerente das proposições a respeito de Deus e de sua relação com os homens, as apologias foram muitíssimo relevantes no desenvolvimento posterior da teologia cristã.


Para aqueles que têm interesse em Apologética e em História da Igreja, o livro Padres Apologistas é leitura obrigatória!


Para mais informações a respeito da Igreja nos primeiros séculos conferir:


Daniel-Rops, Henri. Igreja dos apóstolos e dos mátires. São Paulo: Quadrante, 1991.


González, Justo. Era dos mártires. São Paulo: Vida Nova, 2005.


Latourette, Kenneth Scot. Uma história do cristianismo. São Paulo: Hagnos, 2006

quinta-feira, 24 de setembro de 2009

Sonetos Santos


John Donne (1572-1631) foi poeta inglês e pastor da Igreja Anglicana. Sua obra foi profundamente marcada pelo seu relacionamento com Deus e pela forma como lidou com o sofrimento. O conhecido escritor cristão Philip Yancey afirmou que a obra de Donne foi fundamental para a sua compreensão de como o cristão deve lidar com a dor e como Deus atua nas vidas daqueles que têm essa experiência. Além de poeta, Donne era também um grande pregador, muitos dos seus sermões são lidos e admirados até hoje. A principal obra lírica cristã de Donne é a coletânia de poemas chamada Sonetos Santos. O soneto transcrito abaixo trata do perdão redentor de Cristo concedido mediante o arrependimento. "Lava-me completamente da minha iniqüidade, e purifica-me do meu pecado, porque eu conheço as minhas trangressões, e o meu pecado está diante de mim." Salmos 51:7.


Sonetos santos

IV

Por John Donne


Tradução de Afonso Felix de Sousa, extraído de: Donne, John. Sonetos de Meditação. Rio de Janeiro: Philobiblion, 1985, p. 41.


Ó minha negra Alma! agora que é bem clara

A voz do mal, da morte o arauto e o paladino,

És qual réu por traição que se fez peregrino

e não ousou voltar à pátria que deixara,

Ou és como um ladrão antes de condenado

À morte, que só quer livrar-se da prisão,

Mas que ao ver-se arrastado, face à execução,

Quer voltar a ser preso, ainda que abominado.

Terás, se te arrependes, a graça como fruto,

Sim, mas quem te dará a graça da intenção?

Oh, que te vistas com sagrado e negro luto

E então te ruborizes, como a pedir perdão;

Ou banha-te no sangue de Cristo, com poder

De, ainda que vermelho, almas embranquecer.

sábado, 19 de setembro de 2009

A Igreja é maior do que você pensa


Embora Missões Nacionais seja o nosso tema central no mês de setembro, trazemos a obra de Patrick Johnstone “A igreja é MAIOR do que você pensa – A tarefa inacabada da evangelização mundial” (Ed. Missão Horizontes), na qual o autor trata de um cenário mais amplo que o brasileiro, o contexto mundial. Mas as questões de ordem mundial, nesse caso, também podem ser aplicadas para nosso país.

No livro o autor aborda a necessidade da parceria entre igreja local, instituições de ensino e agências missionárias para que o trabalho de evangelização seja cooperativo “e mais produtivo para o Reino de Deus”.

O autor demonstra primeiramente que a Igreja é maior do que você pensa no TEMPO:
“A igreja foi planejada por Deus na Eternidade, antes do princípio do tempo, e seu destino é estar com Deus para toda a Eternidade, quando o tempo não mais existir. Somos parte do corpo eterno. Neste instante, já somos habitantes da Eternidade. Intercessão é uma atividade que entra em contato com a eternidade e a ela pertence.”
Em segundo lugar Johnstone pretende mostrar que a Igreja é maior do que você pensa no TAMANHO:
“Poucos perceberam o tremendo crescimento e expansão da Igreja em toda a sua diversidade e ministérios pelo século XX. (...)
Meu objetivo é lançar um desafio referente à tarefa de evangelização mundial a ser completada no século XXI, demonstrando que embora esteja inacabada, é possível terminá-la, e terminá-la em breve se nos mobilizarmos. Meu desejo é ver um envolvimento mais intenso e abrangente das igrejas, em resposta entusiasmada à Grande Comissão.”
O tereceiro ponto que o autor quer mostrar é que a Igreja é maior do que você pensa em ESTRUTURA:
“...nossa percepção do que constituem as estruturas da Igreja tem sido moldada por uma teologia inadequada e por padrões distorcidos... Seus efeitos tem sido a marginalização ou eliminação da visão e dos mecanismos de evangelização mundial. Meu objetivo é que nos arrependamos dos fracassos passados e corrijamos aquilo que for deficiente em cada esfera da vida da igreja, para que nos tornemos mais eficazes em missão.”
“Todos nós andávamos desgarrados como ovelhas; cada um se desviava pelo caminho, mas o Senhor fez cair sobre ele a iniqüidade de nós todos.” Is. 53.6

Compartilhando a visão missionária

Vários autores compartilham conosco suas experiências e visão missionária.
Ronaldo Lidório é um deles. Mineiro da cidade de Nanuque, converteu-se aos sete anos e aos 14 foi despertado para o trabalho missionário.Após completar 18 anos, ingressou em um seminário teológico, casou-se e três anos depois o casal foi morar em uma aldeia africana no interior de Gana. Lá prestou assessoria à igreja Konkomba e consultoria antropológica e missiológica a países da África e da América do Sul. Após sete anos de dedicação, entregou o Novo Testamento traduzido inteiramente para uma das línguas dos Konkomba.Desde 2001, Lidório e sua esposa Rossana, tem se dedicado ao plantio de igrejas, à análise lingüística e tradução da Bíblia e ao desenvolvimento humano e social na Amazônia indígena. (Conf. Mission. 2009 - boletim 1 - www.sbpv.org.br)


Estas são as obras de Ronaldo Lidório disponíveis na biblioteca. Acesse o endereço da editora para ler a sinopse:


. Missões, o desafio continua
Ed. Betânia – WWW.editorabetania.com.br/2007/web/livro/index/cod/243


. Restaurando o ardor missionário
www.cpad.com.br/?acao=HL


. Com a mão no arado. Pensando a vida, cumprindo a missão
Ed. Betânia, 2006. www.editorabetania.com.br/2007/web/livro/index/cod/343


. Konkombas
http://www.bibliologia.com.br/evangelismo-e-missoes/107403-konkombas.html


Se quiser saber mais sobre o autor e sobre o que Deus já fez e tem feito por intermédio da vida desse missionário, acesse www.ronaldo.lidorio.com.br/.